Nada melhor que encerrar os trabalhos neste ano, atingindo um número impensável quando tudo começou por aqui em 2008 - 3000 posts...
Aproveito o momento para relembrar algumas das máquinas guiadas por uma das maiores lendas que tive o privilégio de acompanhar nas pistas - um certo Ayrton Senna da Silva
Pela ordem - Toleman - Lotus - McLaren e Williams.
Nélson Piquet realizou três corridas em 1978 pela equipe BS Fabrications, time esse que utilizava os carros da McLaren com dois anos de uso, mesmo assim, chegou chamando atenção...
O piloto brasileiro abandonou na Holanda e na Austria, e terminou em nono no GP da Italia.
Impressionado com o talento de Piquet, o chefe da pequena equipe inglesa profetizou:
"Aposto com quem quiser, Piquet será campeão mundial em três anos"
Por mais incrivel que possa parecer, em sua gloriosa carreira, Senna jamais conseguiu vencer na casa do seu maior adversário, Alain Prost. (eita destino caprichoso...)
Na imagem acima - Alain Prost e Ayrton Senna - GP da França 1988
1ª A CORRIDA DO ANO - GP DO CANADÁ A prova realizada em Montreal foi daquelas sensacionais, ainda que tenha sido divida em duas partes, aconteceu de tudo um pouco. Chuva torrencial, interrupção da corrida por mais de duas horas, diversas intervenções do Safety Car, relargadas e toques as pencas, batidas...enfim, foi a verdadeira corrida maluca.
Coroada com um final épico, daqueles que permanecerão na memória pela eternidade...
2º OS MELHORES DO GRID Pela ordem, os melhores do grid foram: Sebastian Vettel, Jenson Button e Fernando Alonso.
Alguns dirão que Tiãozinho tinha nas mãos uma nave espacial, o que é verdade. Foram 11 vitórias e 15 poles em 19 corridas.
Por outro lado, o fato de contar com uma máquina extra-terrestre não diminui em nada sua conquista, pelo contrário.
Comprova a tese na qual o conjunto(piloto/máquina) faz toda a diferença - basta olhar para o desempenho do seu companheiro Webber, apenas 1 vitória (isso porque ajudaram)
Jenson Button como disse várias vezes por aqui, não é o tipo de piloto que dá espetáculo a toda corrida, mas quando dá, merece ser aplaudido de pé. A vitória no Canadá foi sensacional, a recuperação foi inacreditável.
Ao longo da temporada, Button mostrou uma faceta mais agressiva. Tornou-se um piloto mais decidido e muito mais eficiente. Arriscaria dizer que o inglês está bem acima daquele piloto de 2009 que venceu o campeonato com a Brawn.
Mesmo não estando em pé de igualdade com Red Bull e McLaren ao longo da temporada, o espanhol conseguiu fazer sua Ferrari andar além do limite.
Largando praticamente a temporada inteira na terceira fila, El Fódon foi presença constante nos pódios, chegou inclusive a vencer uma corrida - GP da Inglaterra. A bordo de uma máquina limitada, o espanhol mostrou que não é bicampeão por acaso.
3º A MELHOR ULTRAPASSAGEM DA TEMPORADA
Numa temporada marcada por inúmeras ultrapassagens, grande parte graças a DRS aliada ao pneu de farinha da Pirelli, fizeram o ano de 2011 entrar para a história com a marca de 1200 ultrapassagens.
No inicio olhavamos com uma certa reserva, pelo fato do artificialismo, mas no final acabamos rendidos a diversão que essas traquitanas nos proporcionaram na maioria das provas.
Dentre todas ultrapassagens, assistir Uéééber superar El Fódon na entrada da Eau Rouge foi de arrepiar...
4ª A MÁQUINA DOS SONHOS
Em 2009 a Red Bull começou a mostrar que seu carro tinha muito potencial. O modelo batizado RB5 conseguiu equalizar a disputa com a então poderosa BrawnGP ao longo da temporada. No ano seguinte (2010), o modelo evoluido RB6, levou o campeonato.
Nesse ano, o RB7 assombrou - não deu a menor chance para a concorrência. Foram 12 vitórias e 18 poles em 19 corridas...
5ª A HOMENAGEM
Existem certos conceitos que precisam ser mudados ao longo dos anos. Um deles é homenagear pessoas que se destacaram nas mais diversas áreas enquanto estão vivas, e não apenas depois de sua morte. Felizmente isso tem começado a acontecer aqui em Terra Brasilis.
No GP do Brasil deste ano, assistir Nélson Piquet feliz da vida, desfilando pelo circuito de Interlagos a bordo do carro que lhe deu o primeiro título mundial, foi de arrepiar... fez valer o ingresso.
O estúdio californiano da Mercedes Benz recebeu o desafio de criar um carro futurista para a industria do cinema em Hollywood - como resultado nasceu o Mercedes Silver Arrow Concept
Em breve o modelo poderá ser visto nas telonas, num mundo dominado pelas máquinas...
Os designers buscaram inspiração nos modelos produzidos pela Mercedes entre as décadas de 1930 e 1950...mas sejamos honestos, antigamente as máquinas eram mais bonitas.
O espanhol não é fraco...até com Papai Noel o cara apronta...
Amigos aproveito o gancho pra desejar a todos aqueles que participam desse humilde espaço, um excelente Natal, com muita paz, alegria e amor. Sempre com Deus no coração.
(Fim) A corrida realizada em solo brazuca, além de marcar o encerramento da temporada, registrou Féééétel fazer história em Interlagos.
O jovem alemonzinho, cravou sua 15ª pole position no ano e, mandou pras cucuias o recorde de poles numa mesma temporada, que pertencia a Nigel Mansell com 14.
É verdade que o moleque teve nas mãos uma espaçonave de fazer inveja a muito marciano, mas é preciso reconhecer, ele tem um talento descomunal. Ele sabe extrair tudo e mais um pouco do equipamento, como poucos - esse guri é duca...
A classificação também registrou um belo trabalho de Bruno Senna e Rubens Barrichello. Mas no fim das contas, ambos morreram na praia - na corrida ficaram distante da zona de pontos.
A chuva tão anunciada e esperada em São Paulo, não apareceu. E sem ela, a Red Bull sobrou. Somente os cinco primeiros acabaram na mesma volta.
Um suposto problema no câmbio do carro de Fééééétel, facilitou a vida de Mark Uééééber. Com essa pequena ajuda, o Canguru conseguiu superar o jovem parceiro e, assim após longo e tenebroso inverno, voltou a vencer.
Que a Red Bull fez marmelada, não resta dúvida. Mas e dai? Não havia nada em disputa. Portanto, não há porque condena-los. E outra, não fosse assim, Uééééber passaria o ano sem vencer, e num carro desses, seria uma vergonha.
Fééétel terminou na segunda colocação, se mordendo todo para não atacar o companheiro. Jenson Button completou o pódio, com a terceira colocação.
A corrida em sí, teve alguma movimentação, mas esteve longe de ser uma Brastemp.
Na verdade, o que fez valer o ingresso, foi assistir o Nélsão feliz da vida, andando com sua saudosa Brabham BT49 pelo circuito paulistano. O resto, foi só o resto...
Beneficiado pela falta de sorte de Tiãozinho, que teve o pneu traseiro furado logo a após a largada, Luizinho pulou para a ponta e não encontrou dificuldades para vencer o GP de Abu Dhabi.
O jovem piloto da McLaren soube aproveitar muito bem a oportunidade que se apresentou - sempre mantendo uma distância segura para o segundo colocado, El Fódon de Las Asturias.
No fim das contas, a vitória ficou em boas mãos. A McLaren tinha o melhor carro do fim de semana, e Luizinho estava precisando muito vencer para espantar a zica...
As posições do pódio foram decididas na primeira volta - enquanto os pneus não estavam na temperatura ideal.
El Fódon mais uma vez largou muito bem - pulou de quinto para terceiro. Numa bobeira de Jenson Button, trocou de posição com o piloto da McLaren, e garantiu mais um troféuzinho de segundo colocadopra coleção.
Mesmo com o terceiro lugar, Button praticamente garantiu o vice-campeonato.
A corrida como de hábito em Abu Dhabi, esteve bem longe de ser considerada boa. Só que também não foi tão ruim quanto se anunciava. Foi uma prova meia-boca. A tal DRS, também conhecida como asa móvel, proporcionou algumas disputas nesse pista de bosta.
Num lugar totalmente artificial, construido na base de caminhões e mais caminhões de dinheiro, nada mais justo que as ultrapassagens só aconteçam na base do artificialismo.
(Quase lá) - A primeira corrida em solo indiano chegou prometendo. Elogios ao novo traçado vieram de todos os cantos - pilotos, equipes, especialistas, jornalistas, blogueiros...enfim, os entendidos no assunto, afirmavam que dessa vez Herman Tilke havia acertado a mão...
Mas para decepção geral, a corrida foi uma verdadeira naba. Ainda não dá pra dizer que a pista não presta. A sujeira pós-construção que ficou no asfalto, acabou limitando muito a vida dos pilotos. Foram poucos os que tentaram andar fora da linha ideal.
Lá na frente, Tiãozinho fez gato e sapato de seus pares - ao menor sinal de ameaça, enfiava uma série de voltas voadoras e desaparecia...tanto que fez barba, cabelo e bigode (largou na pole, liderou todas as voltas e ainda cravou a melhor volta da corrida)
No mais a corrida foi marcada por um trenzinho formado aqui, outro ali, sem que ninguém arriscasse nada.
Jenson Button e Fernando Alonso, segundo e terceiro colocados respectivamente, completaram o pódio.
E mais uma vez, o pódio retratava os três melhores pilotos da atualidade pela ordem - Vettel - Button - Alonso.
Numa prova pra lá de chata, o melhor momento não foi na pista. O ponto alto da transmissão, foi a careta do Mr Bean ao assistir o enrosco entre Felipe Massa e Lewis Hamilton - foi hilário, valeu o ingresso.
(Mais uma série pra desovar instântaneos) Belas imagens sempre me fascinam, quando são históricas então...
Alguém saberia dizer quem são os ponteiros e a pista?
Ainda que o campeonato estivesse liquidado, Vettel não quis saber de amolecer. Mesmo largando do lado sujo dessa pistinha de merda, Tiãozinho precisou de apenas três curvas para superar Lewis Hamilton e liquidar a corrida - simples assim.
Foi mais uma vitória fácil do alemonzinho em 2011 - 10ª da temporada e 20ª da carreira.
Hamilton ainda tentou dificultar um pouco, mas com todo o histórico de pancadas nas últimas provas, preferiu não arriscar. A segunda posição está de bom tamanho, deve ter pensado o piloto inglês...
Para completar o pódio, apareceu Mark Webber. Dessa vez o Canguru conseguiu uma boa largada e assim como seu parceiro, garantiu a posição antes da primeira volta.
O marasmo dessa corrida foi tão grande, que os três primeiros colocados na primeira volta, foram exatamente os mesmos na bandeirada final. Vettel, Hamilton e Webber.
Em resumo, a corrida foi uma verdadeira bosta. Tirando a primeira volta, onde ocorreram algumas disputas, as demais voltas foram um pé no saco. Pois a imensa maioria da ultrapassagens aconteceram no boxes.
A única coisa que voltou a chamar a atenção muitas voltas depois, foi o momento em que Vitaly Petrov perdeu o ponto da freada e quase saiu voando por cima de Michael Schumacher...
Quem preferiu ficar dormindo ao invés de assistir essa corrida, posso garantir que saiu ganhando.
Acreditem, houve um tempo na F1 no qual o piloto podia pegar um picolé e sair pelo paddock sem problema algum. Hoje com tudo tão robótico, os caras não podem fazer nada...
Na imagem acima, duas lendas da categoria - Jackie Stewart e Jim Clark
Foi um campeonato irretocável de Sebastian Vettel, coroado numa pista mais que apropriada - no tradicional circuito de Suzuka.
Tiãozinho massacrou a concorrência ao longo da temporada - o alemonzinho não deu a menor chance a seus pares em 2011.
Em 15 corridas, até o GP do Japão, foram 9 vitórias. Só não venceu em Suzuka porque não quis arriscar, e convenhamos, não precisava. O pódio estava de bom tamanho...
A corrida em sí, não teve lá grandes emoções. A maioria das ultrapassagens entre os ponteiros aconteceram durante as rodadas de pitstops.
A vitória acabou nas mãos de Jenson Button, a terceira na temporada. Com seu estilo de lorde inglês ao volante, Button soube aproveitar muito bem a performance de seus pneus - e isso fez toda a diferença.
El Fódon novamente tirando leite de pedra, levou sua Ferrari ao pódio. O espanhol numa bela prova, terminou logo atrás de Button, na segunda colocação.
O pódio mais uma vez era composto pelos três melhores pilotos da temporada - Button, Alonso e Vettel.
Essa é a noticia que anda correndo pela web. Quem vazou a informação pelo twitter foi Ricardo Boechat, apresentador e âncora do Jornal da Band.
Segundo Boechat, a anúncio oficial deverá sair em breve. O primeiro-sobrinho teria garantido a vaga devido ao apoio da Gillette, Embratel e principalmente do multi-milionário Eike Batista.
Confirmando a informação, Rubens Barrichello deverá dar adeus a F1. O veterano piloto brasileiro, estaria planejando tirar um ano sabático em 2012, para correr em 2013 na Stock Car.
Por enquanto nada é oficial, mas tudo indica que esse deverá ser o caminho. Resta aguardar.
Após duas excelentes corridas ( Bélgica e Italia), a F1 realizou na cidade-estado de Cingapura uma corrida enfadonha. Numa pista de merda como essa, é impossivel realizar uma corrida razoável.
O marasmo só não foi maior porque havia um piloto chamado Lewis Hamilton. Ainda que muitos critiquem seu estilo de pilotagem, Hamilton faz toda a diferença na pista. Não é o tipo de piloto burocrático, pelo contrário.
É preciso reconhecer que muitas vezes Luizinho passa dos limites, não há como negar. Ainda assim seu arrojo faz valer o ingresso. Mesmo com quatro paradas, punição e o escambau, numa pista de merda, chegou em 5º.
Numa corrida que esteve distante de ser considerada boa, Tiãozinho ganhou mais uma com o "pé nas costas". Conta a lenda, que Vettel foi avistado em três oportunidades - antes da largada, na entrada do Safety Car e quando foi receber o troféu pela vitória...
Jenson Button mais uma vez compareceu ao pódio, com a segunda colocação. O lorde inglês com sua pilotagem polida, continuava provando aos seus criticos de plantão sua consistência - passava a ocupar a vice-liderança no campeonato.
Fechando o pódio, eis que surgiu Mark Webber. Novamente o Canguru perdeu posições importantes na largada, caiu de segundo para quarto. No fim das contas, conseguiu deixar Alonso para trás e garantiu o último degrau do pódio, com a terceira colocação
Bruno Senna em sua terceira prova, não conseguiu repetir as atuações anteriores. Terminou a prova apenas na 15ª posição - duas posições à frente do companheiro Vitaly Petrov
O campeonato já tinha data marcada para ser liquidado. Em duas semanas, Tiãozinho seria coroado o mais novo bicampeão da história da F1.
Muito em breve (2014), a F1 terá motores V6 turbo empurrando suas máquinas. Crise econômica, preocupação ambiental, imagem verde...enfim, uma série de fatores exigem mudanças numa categoria movida a combustivel fóssil.
Ainda assim, é impossivel não olhar com saudosismo para um passado que fica mais distante a cada dia..
Após longo e tenebroso inverno, a França terá de uma só vez, três representantes na F1. Grosjean, Pic e Bianchi. Ainda assim, os três juntos não chegam nem perto da sombra, do sujeito da foto acima...Alain Prost. Como aconteceu numa certa pátria tupiniquim, a safra de pilotos franceses também azedou...
Sebastian Vettelchegou a perder a ponta logo após a largada, mas a retomou rapidamente, numa bela e arriscada manobra sobre Fernando Alonso.
Tiãozinho passou simplesmente El Fódon por fora , na segunda perna da curva de Lesmo, depois disso, sentou a bota e desapareceu...
Ainda que o alemonzinho não tenha dado chance aos seus pares, a corrida foi bem movimentada. Evidentemente, da segunda posição pra baixo...
Foram muitos os pegas, e com belas ultrapassagens - algumas memoráveis, diga-se.
O melhor embate da prova, aconteceu entre Michael Schumacher e Lewis Hamilton pela terceira posição. Foram dois confrontos por algumas dezenas de voltas - com direito a uma troca intensa de posições entre ambos. No fim das contas, o velho kaiser acabou sendo superado, mas vendeu caro a posição...
Mas quem acabou se dando melhor nessa história foi Jenson Button. Enquanto Hamilton e Schumacher se degladiavam, o lorde inglês aproveitou para se aproximar, e na sequencia ultrapassou os dois.
Na última parada, quando foram colocados pneus médios, Fernando Alonso perdeu rendimento. E assim, lá se foi a segunda posição para Jenson Button.
O pódio em Monza era o retrato da temporada. Pela ordem estavam os três melhores pilotos da atualidade...Vettel - Button - Alonso
Outro piloto que chamou a atenção foi Bruno Senna. Ainda que sua atuação não tenha sido espetacular, esteve bem longe de ser ruim.
Ou seja, o primeiro-sobrinho fez o que se esperava dele. Ficou distante de enroscos, foi consistente e determinado nas ultrapassagens.
Nas últimas voltas, depois de uma disputa intensa contra Sebastian Buemi, o primeiro-sobrinho ultrapassou o "Di Maria da F1", conquistou a nona posição e marcou seus primeiros dois pontos na categoria...
No Mundial de pilotos, a vantagem de Tiãozinho para Fernando Alonso, então vice-lider, era de 112 pontos. O jovem alemão tinha em mãos o primeiro match point para liquidar o campeonato na próxima prova, no enfadonho circuito de Cingapura.
(Fechando a série) - Em sua temporada de estréia na F1 (1984), na modesta equipe Toleman, Ayrton Senna chamou a atenção da categoria.
No ano seguinte, já a bordo da gloriosa e verdadeira equipe Lotus, Senna começou a colecionar poles - foram sete poles em 1985 e de quebra, duas vitórias (Portugal e Bélgica)
Após um mês de férias, para alegria desses malucos que acompanham o esporte, a F1 finalmente estava de volta a labuta.
A categoria não poderia ter escolhido cenário melhor para retornar - a tradicional pista de Spa Francorchamps, na Bélgica, sempre é palco de belas provas, com um sem chuva. E nesse ano, não foi diferente.
Foi uma bela prova. Com muitos movimentação nos boxes e na pista. Aconteceram pegas e ultrapassagens por tudo que é canto, com direito a um embate memorável entre Alonso e Webber na entrada da Eau Rouge, com os dois pilotos quase tocando roda a 300 km/h - foi de arrepiar...
Após um hiato de três corridas sem vencer, Tiãozinho retornava ao degrau mais alto do pódio. Só que a vitória não foi tão fácil assim...
Na primeira metade da prova, o alemonzinho precisou duelar pela ponta contra Rosberguinho e El Fódon e, ao mesmo tempo ficar de olho nos pneus. Apesar de tudo, Tiãozinho não deixou de ser agressivo, pelo contrário.
Já na parte final da prova, conseguiu abrir uma boa vantagem e rumou para a sétima vitória da temporada.
Mark Uééééber novamente largou muito mal. Mas, dessa vez conseguiu reverter o prejuizo com algumas boas ultrapassagens, garantindo um lugar no pódio, com a segunda posição.
Ainda assim, Uéééber mostrava toda sua inconsistencia - foi apenas a segunda dobradinha rubrotaurina em doze corridas. Pouco, muito pouco...
Mais uma vez comprovando que gosta da condições adversas, Jenson Button fez um corridão. Largando da 13ª posição, Button foi passando um a um seus adversários até chegar no pódio, com a terceira colocação.
Lewis Hamilton voltava a oscilar, dessa vez se envolveu num acidente com Koba-san.
Outro que fez uma bela prova foi Michael Schumacher. O velho kaiser largou em último e chegou em quinto, superando sua parceiro(a) Rosberguinho(a) nas voltas finais.
A Williams, para nossa tristeza, continuava na lanterna dos afogados. Mesmo somando um ponto na Bélgica, a escuderia continuava a frente apenas das nanicas no Mundial...
Por fim, o final de semana marcou a reestréia de Bruno Senna. Na classificação o primeiro-sobrinho foi um dos destaques. Mas na corrida ficou devendo. Um erro na largada minou suas chances na prova.