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22 de agosto de 2016

Replay - 300

O ano de 1991 foi marcante na F-1.

Ayrton Senna levantou o caneco pela terceira vez...

O piloto brasileiro conquistou no mesmo ano a quinta vitória em terras belgas, a quarta seguida, desde sua estréia na McLaren em 1988.

O ano de 1991 também marcou a última vitória do brasileiro no circuito de Spa Francorchamps.

Foi também a última vez que dois pilotos brasileiros campeões mundiais foram ao pódio. ( Penso que outro pódio desse, só na próxima encarnação...)
Mas o que marcou a temporada foi a estréia de um alemãozinho queixudo na equipe Jordan em substituição ao piloto Bertrand Gachot, preso na Inglaterra em virtude de uma briga de trânsito alguns dias antes da corrida...

A Mercedes, na época, preparava uma fornada de pilotos  no seu time de Protótipos e resolveu aproveitar a oportunidade  que se apresentava para colocar um dos seus pupilos para correr na F-1. A montadora alemã desembolsou U$ 300 mil e mandou Michael Schumacher para a pista.

O  jovem alemão sentou a bunda pela primeira vez num F-1, e deixou o paddock de boca aberta com seu desempenho nos treinos livres. E olha que diziam que não era o melhor da turma...

Na classificação colocou sua Jordan na sétima posição, três posições a frente do experiente companheiro de equipe, Andrea De Cesaris. Sua corrida durou pouco, não completou nem a primeira volta devido a problemas na embreagem.

Mas nem precisava, o cartão de visita foi apresentado. Na corrida seguinte passou a ser companheiro de Nélson Piquet, na Benetton. O resto da história todo mundo conhece...


post original publicado em agosto de 2011

19 de agosto de 2016

Replay - Brabham

Nelson Piquet Souto Maior, guiando a icônica Brabham...

Uma pitada de história...

A equipe Brabham Racing nasceu em 1961. Fundada por Jack Brabham, permaneceu na F-1 até a temporada de 1992, onde venceu quatro Mundiais de Pilotos e dois de Construtores. Em 402 GPs a equipe Brabham conquistou 35 vitórias, 40 poles e 124 pódios.

Entre os campeões pela lendária escuderia estão: Jack Brabham (1966), Danny Hulme (1967) e Nelson Piquet (1981 e 1983).

Post original publicado em 2015

15 de agosto de 2016

Replay - Capelli

O glorioso Ivan Capelli,  talvez tenha vivido seu maior momento na F-1, no circuito de Paul Ricard, na França...

Em 1990, a bordo da saudosa equipe Leyton House,  o piloto italiano numa estratégia kamike (não trocou pneus), chegou a liderar a corrida. Parecia uma jogada de mestre...

E naquele dia tudo parecia convergir para a vitória da simpática escuderia. Afinal de contas, logo atrás do italiano, estava seu companheiro de equipe, Mauricio Gugelmin. A possibilidade de uma dobradinha, parecia um sonho possível...

Mas apesar do excelente carro, o  motor Judd não ajudava. Era frágil demais...

E não demorou muito para que o motor do carro de Mauricio Gulgemin, abrisse o bico a poucas voltas do final. Era um prenúncio...

Na sequência, a apenas três voltas do final, o motor do carro de Ivan Capelli também começou a apresentar problemas. Mesmo assim o italiano fez de tudo para  segurar Alain Prost, mas não teve jeito. Sem potência, a sonhada vitória ficou pelo caminho...

No fim das contas, Capelli comemorou o segundo lugar como se fosse um título Mundial. Parecia saber que aquele seria seu último pódio na F-1.

Post original publicado em outubro de 2014

12 de agosto de 2016

Replay - Barrichello


Em tempos olímpicos, o blog vai republicar alguns posts. Esse que abre a seção, foi escrito a quatro anos...

Rubens Gonçalves Barrichello, bem ou mal, escreveu sua história na F-1. Foram 19 temporadas com 326 GPs disputados e 11 vitórias.

O brasileiro teve a carreira marcada por altos e baixos. Nesse período, Barrichello teve nas mãos alguns bons carros, e outros nem tanto...

É preciso reconhecer, Rubinho realizou algumas corridas memoráveis, como a primeira vitória em Hockenheim (2000), na Alemanha, por exemplo...

Por outro lado, sua carreira foi marcada por uma série de declarações infelizes. Mas o pior de tudo, foi ter entrado na onda da emissora oficial e, de certa forma aceitado assumir um papel que não era seu, logo após a morte de Ayrton Senna.

A emissora oficial, criou então uma expectativa não realista dos resultados que Barrichello conquistaria na categoria. Tudo porque, sem a possibilidade de um "brasileiro vencedor", a audiência não alavancaria, e com audiência baixa, as cotas de patrocínio perderiam o valor...

No Brasil, a esmagadora maioria das pessoas toma conhecimento da F-1, somente através da emissora oficial, é fato. E convenhamos, é muita manipulação e uma infinidade de bobagens juntas.

Ao longo de sua carreira, a meu ver, a única vez que Barrichello teve condições reias de lutar por um campeonato foi em 2009 na equipe BrawnGP. Mas, não conseguiu aproveitar a oportunidade.