23 de agosto de 2016

Bélgica 16 - Chegando a hora

A cada ano a sensação se repete...

 Após o período de férias na F-1, a ansiedade pelo regresso da categoria só faz aumentar nessa semana  que antecede uma das mais belas e melhores pistas do atual calendário da categoria - Spa Francorchamps.

A pista belga é repleta de desafios.  A mistura de curvas de alta e baixa, fazem do circuito um verdadeiro quebra cabeça para pilotos e engenheiros. E para piorar tudo, o tempo nesse quadrante do planeta é completamente maluco. Não é raro encontrar chuva numa parte da pista, e tempo seco em outra...

Além de toda sua tradição, o tradicional circuito belga abriga uma das mais desafiadoras curvas da F-1, a famosa curva Eau Rouge.  Um "esse" longo feito ladeira acima. Uma curva tinhosa,  feita a 300 km/h - uma puxada para a esquerda, e outra para a direita, em meio a uma subida precedida por uma descida ao estilo "faca nos dentes"...

Antigamente contorna-la com pé cravado era tarefa para poucos. Atualmente com absurda força da aerodinâmica empregada nos carros atuais, cravar o pé na Eau Rouge é lugar comum para a imensa maioria dos pilotos, mas nem por isso torna a curva menos  desafiadora.


Mr.Robot

O mundo anda estranho. Primeiro, o campeonato de carros elétricos, a tal Formula E, corrida de carros onde não há barulho do motor. Agora, o primeiro carro de corrida elétrico não tripulado. O modelo batizado DevBot, fará sua estréia em público amanhã, no circuito de Donington Park, na Inglaterra.

22 de agosto de 2016

Replay - 300

O ano de 1991 foi marcante na F-1.

Ayrton Senna levantou o caneco pela terceira vez...

O piloto brasileiro conquistou no mesmo ano a quinta vitória em terras belgas, a quarta seguida, desde sua estréia na McLaren em 1988.

O ano de 1991 também marcou a última vitória do brasileiro no circuito de Spa Francorchamps.

Foi também a última vez que dois pilotos brasileiros campeões mundiais foram ao pódio. ( Penso que outro pódio desse, só na próxima encarnação...)
Mas o que marcou a temporada foi a estréia de um alemãozinho queixudo na equipe Jordan em substituição ao piloto Bertrand Gachot, preso na Inglaterra em virtude de uma briga de trânsito alguns dias antes da corrida...

A Mercedes, na época, preparava uma fornada de pilotos  no seu time de Protótipos e resolveu aproveitar a oportunidade  que se apresentava para colocar um dos seus pupilos para correr na F-1. A montadora alemã desembolsou U$ 300 mil e mandou Michael Schumacher para a pista.

O  jovem alemão sentou a bunda pela primeira vez num F-1, e deixou o paddock de boca aberta com seu desempenho nos treinos livres. E olha que diziam que não era o melhor da turma...

Na classificação colocou sua Jordan na sétima posição, três posições a frente do experiente companheiro de equipe, Andrea De Cesaris. Sua corrida durou pouco, não completou nem a primeira volta devido a problemas na embreagem.

Mas nem precisava, o cartão de visita foi apresentado. Na corrida seguinte passou a ser companheiro de Nélson Piquet, na Benetton. O resto da história todo mundo conhece...


post original publicado em agosto de 2011

RIO 2016

Os Jogos Olímpicos realizados no Rio de Janeiro produziram imagens que ficarão eternizadas. Abaixo três momentos históricos. Bolt, Phelps e a seleção masculina de vôlei...




19 de agosto de 2016

Replay - Brabham

Nelson Piquet Souto Maior, guiando a icônica Brabham...

Uma pitada de história...

A equipe Brabham Racing nasceu em 1961. Fundada por Jack Brabham, permaneceu na F-1 até a temporada de 1992, onde venceu quatro Mundiais de Pilotos e dois de Construtores. Em 402 GPs a equipe Brabham conquistou 35 vitórias, 40 poles e 124 pódios.

Entre os campeões pela lendária escuderia estão: Jack Brabham (1966), Danny Hulme (1967) e Nelson Piquet (1981 e 1983).

Post original publicado em 2015

17 de agosto de 2016

Rossa

Certas imagens, dispensam comentários...

16 de agosto de 2016

KDA 2K16 - 5ª ETAPA

Aconteceu no último sábado, no Kartódromo Internacional Beto Carrero, a 5ª etapa do Champ KDA 2K16. Etapa essa, que abriu a segunda metade do campeonato...

George Herta foi o nome da corrida. O piloto nova-trentino, vencedor da etapa anterior, mesmo largando no final do grid, em função da inversão das posições imposta pelo regulamento, realizou uma prova irretocável. Com pouco mais de duas voltas, a bordo de um verdadeiro foguete, assumiu a ponta e não foi mais visto por seus pares. Com a segunda vitória na temporada, Herta consolida a liderança no certame e desponta como forte postulante ao título.

O atual campeão Almir Junior, largou em terceiro, chegou a assumir a liderança da prova, mas não conseguiu conter o ímpeto do piloto nova-trentino na disputa pela ponta. Sem condições de lutar pela vitória, Almir Junior realizou uma prova consistente, retornando ao pódio após duas etapas ausentes. Com o segundo lugar, Almir Junior ressurge na luta pelo bicampeonato.

O pódio foi completado por esse que vos escreve. Após uma disputa intensa e limpa com Gabriel Pereira nas voltas iniciais, esse escriba se manteve na quarta colocação. Com a consolidação da posição, foi a caça de Fernando Kotowiski, o então terceiro colocado. Restando duas voltas para o fim, superou Kotowiski e assumiu a terceiro posto para não mais perde-lo.

Gabriel Pereira, Jorginho, Valmir, Ken,Rodrigo e Almir Senna completaram a zona de pontos, do quinto ao décimo colocado respectivamente.

No campeonato de pilotos, George Herta lidera com 65 pontos, contra 58 do vice-líder, Almir Junior. Fernando Kotowiski, caiu para terceiro com 53 pontos. Gabriel Pereira aparece na quarta colocação com 49. Esse que vos escreve, é o quinto com 34 pontos.

No certame de equipes, a liderança permanece com a Energy Drink Racing com 92 pontos. Com 85 pontos a Penske Racing aparece na vice-liderança. DeLorean Racing anota 80 pontos na terceira colocação.

Restando duas etapas para o final, os campeonatos de pilotos e equipes, permanecem em aberto. Até porque, a prova derradeira terá pontuação dobrada.

A próxima etapa acontecerá dia 13 de setembro, no Speedway Music Park, em Balneário Camboriu-SC.

15 de agosto de 2016

Replay - Capelli

O glorioso Ivan Capelli,  talvez tenha vivido seu maior momento na F-1, no circuito de Paul Ricard, na França...

Em 1990, a bordo da saudosa equipe Leyton House,  o piloto italiano numa estratégia kamike (não trocou pneus), chegou a liderar a corrida. Parecia uma jogada de mestre...

E naquele dia tudo parecia convergir para a vitória da simpática escuderia. Afinal de contas, logo atrás do italiano, estava seu companheiro de equipe, Mauricio Gugelmin. A possibilidade de uma dobradinha, parecia um sonho possível...

Mas apesar do excelente carro, o  motor Judd não ajudava. Era frágil demais...

E não demorou muito para que o motor do carro de Mauricio Gulgemin, abrisse o bico a poucas voltas do final. Era um prenúncio...

Na sequência, a apenas três voltas do final, o motor do carro de Ivan Capelli também começou a apresentar problemas. Mesmo assim o italiano fez de tudo para  segurar Alain Prost, mas não teve jeito. Sem potência, a sonhada vitória ficou pelo caminho...

No fim das contas, Capelli comemorou o segundo lugar como se fosse um título Mundial. Parecia saber que aquele seria seu último pódio na F-1.

Post original publicado em outubro de 2014