24 de setembro de 2018

LOW RIDER (17)

O brasilleiro Mauricio Gugelmim a bordo da simpática Jordan em sua última temporada na F1. A troca do motor Ford pelo Yamaha, em 1992, foi desastroso para a equipe inglesa e consequentemente para a dupla de pilotos. A falta de confiabilidade do propulsor japonês era monstruosa.

A equipe que havia estreado no ano anterior chamando atenção, terminava a temporada seguinte anotando um mísero ponto, com Stefano Modena, na Austrália.

14 de setembro de 2018

IMAGENS HISTÓRICAS


Em algum lugar do passado três ícones do esporte a motor: Niki Lauda a bordo da Ferrari, Ronnie Peterson com a mística Lotus negra de dourada e James Hunt, o "último romântico da F1" com a fidalga equipe Hesketh.

28 de agosto de 2018

NO TÚNEL DO TEMPO



Ayrton Senna, Riccardo Patrese, Nigel Mansell e Alain Prost - GP da Hungria 1991 - Os quatro primeiros colocados na mesma imagem. E o mais interessante, eram três equipes diferentes, McLaren, Williams e Ferrari lutando pela ponta, uma cena que não é mais vista na F1 atual.

Mas alguém dirá - a imagem foi capturada nas voltas iniciais da corrida, a McLaren perdia terreno a cada etapa, a Williams crescia prova após prova, e a Ferrari já não era mais aquela do ano anterior...

É verdade, o ciclo estava se renovando...

Ainda assim, Senna venceu o Mundial pela terceira vez ao final da temporada. Não fosse as quatro vitórias do brasileiro nas quatro primeiras corridas, somadas a três abandonos consecutivos de Mansell, talvez o final da história fosse outro. Talvez...

Porém, ao final da prova em questão, Senna venceu o GP em terras húngaras com Mansell logo atrás, a pouco mais de 4 segundos. Patrese completou o pódio, cruzando a linha 15 segundos depois do líder. Berger o quarto, terminou 21 segundos atrás do companheiro de escuderia, Senna. Observe a diferença entre carros distintos.

Havia um certo equilíbrio...

Sempre houve e sempre haverá equipes dominantes na F1, cada uma a seu tempo. Não há como fugir disso. Faz parte do esporte.

O problema é quando o domínio vira uma massacre,  a graça do espetáculo se perde...

Assim como foi na época da McLaren, da Ferrari, da Williams...

15 de agosto de 2018

ALONSO

Fernando Alonso anunciou ontem, sua retirada da F1 ao final da atual temporada.

O espanhol está longe de ser um dos pilotos mais simpáticos do grid.

Conheço uma penca de blogueiros que torcem o nariz a cada vez que o espanhol aparece. 

O estilo marrento e egoísta de Alonso desperta sentimentos antagônicos.

Apesar do talento nato,  o espanhol não venceu na categoria tanto quanto poderia. Suas escolhas equivocadas ao longo da carreira, mesclada ao seu temperamento difícil contribuiu para o hiato de conquistas na F1. 

O terceiro "AZ" tão sonhado, ficou pelo caminho

Seu ultimo título na F1 aconteceu a 12 anos. 

De todo modo seus números, são impressionantes na F1: dois Mundiais, 32 vitórias, 97 pódios, 22 poles em pouco mais de 300 GPs.

O fato é que todos concordam numa coisa,  o sujeito é fora da curva, um gênio do esporte a motor.

Alonso é aquele tipo de piloto com um talento raro, capaz de tirar leite de pedra. No entanto, milagre ele não faz. E numa categoria onde a luta pelo campeonato está restrita a dois carros, e sem a perspectiva poder guiar um deles, o espanhol decidiu procurar novos desafios.

Ainda que Alonso não tenha confimado seu destino em 2019, o caminho natural indica a mudança para a Indy, com participação no WEC.

Não é segredo para ninguém seu desejo em conquistar a tríplice coroa do esporte a motor. Le Mans e Mônaco já fazem parte do seu vitorioso curriculo. Só está faltando a vitória em Indianapolis. Que o espanhol seja feliz em sua nova fase.

10 de agosto de 2018

CORES UNIDAS

Fechando a semana com o colorido da Benetton de Alessandro Nanini.  

Pela performance apresentada em 1989, tudo levava a crer que Alessandro Nanini faria uma bela temporada em 1990. O piloto italiano vivia uma boa fase. Havia um viés de alta.

A chegada de Nélson Piquet na equipe, foi determinante para que o italiano se aprimorasse no desenvolvimento do carro. Mas um acidente de helicóptero, em 1990,encerrou sua carreira na F1. O piloto italiano teve o braço amputado,e posteriormente reimplantado.

Dois anos depois, Nannini voltou a correr no Campeonato Italiano de Superturismo, onde conquistou três vitórias a bordo de um Alfa Romeo. Depois disso, enveredou pela DTM, categoria na qual permaneceu por duas temporada (1993 e 1994) e acumulou quatro vitórias.

Em 1995, o italiano migrou com a Alfa Romeo para o Campeonato Internacional de Turismo (ITC), onde ficou por mais duas temporadas e conquistou sete vitórias.

Com o fim do ITC em 1997, Nannini mudou novamente de categoria. O italiano assinou com a Mercedes para disputar o Mundial de Grand Turismo. Sob as cores da escuderia alemã, Alessandro Nannini conquistou sua última vitória como piloto profissional, e caprichosamente quis o destino que fosse em Suzuka, palco de sua única vitória na F1.


9 de agosto de 2018

BRUCE

Em algum lugar do passado, Bruce McLaren, piloto e fundador da Bruce McLaren Motor Racing Ltda.

8 de agosto de 2018

LEÃO

Nigel Ernest James Mansell, o aniversariante do dia, completa 65 anos. 

O Leão participou de uma época dourada na F1. Fez parte de uma geração de pilotos excepcionais, como Lauda,Piquet, Prost, Senna e por ai vai...

Na F1 foram 15 temporadas, 187 GPs, 31 vitórias, 32 poles, 59 pódios e 30 melhores voltas. Foi campeão em 1992, a bordo de uma das máquinas mais fantásticas de história, a Williams FW14B.

Mas o que marcou sua carreira foi sua mudança para a Indy em 1993. Zangado com Frank Williams e todo o circo após a conquista do Mundial, sem obter o reconhecimento devido, o piloto inglês anunciou sua mudança para a categoria estadunidense.

Apesar da surpresa pela decisão intempestiva do piloto inglês, ninguém acreditava que Mansell pudesse desembarcar numa categoria tão diferente, enfrentar os locais e vence-los. Naquela época corriam na Indy: Emerson Fittipaldi, Mario Andretti, Paul Tracy, Bobby Rahal, Raul Boesel, Al Unser Jr entre outras feras...

Mas o Leão surpreendeu a todos e venceu o campeonato de forma espetacular. Em 16 etapas, terminou dez vezes no pódio. Foram 5 vitórias em sua temporada de estréia.  

O piloto inglês abriu de forma definitiva a porta para outros pilotos da F1 que viriam a seguir. E o mais importante, ganhou o reconhecimento que lhe era devido.


7 de agosto de 2018

CIGARETTES


Pinturas emblemáticas, como essa da McLaren, marcaram época na categoria. A parceria entre a McLaren e a Marlboro durou 22 anos (1974-1996).

Ainda que entre 1997 e 2005, a equipe britânica tenha trocado a marca, passando a utilizar cinza e preto dos cigarros alemães West, no imaginário do amante do esporte a motor, a equipe inglesa terá sempre um lugar especial vestindo as cores branco e vermelho.