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15 de agosto de 2018

ALONSO

Fernando Alonso anunciou ontem, sua retirada da F1 ao final da atual temporada.

O espanhol está longe de ser um dos pilotos mais simpáticos do grid.

Conheço uma penca de blogueiros que torcem o nariz a cada vez que o espanhol aparece. 

O estilo marrento e egoísta de Alonso desperta sentimentos antagônicos.

Apesar do talento nato,  o espanhol não venceu na categoria tanto quanto poderia. Suas escolhas equivocadas ao longo da carreira, mesclada ao seu temperamento difícil contribuiu para o hiato de conquistas na F1. 

O terceiro "AZ" tão sonhado, ficou pelo caminho

Seu ultimo título na F1 aconteceu a 12 anos. 

De todo modo seus números, são impressionantes na F1: dois Mundiais, 32 vitórias, 97 pódios, 22 poles em pouco mais de 300 GPs.

O fato é que todos concordam numa coisa,  o sujeito é fora da curva, um gênio do esporte a motor.

Alonso é aquele tipo de piloto com um talento raro, capaz de tirar leite de pedra. No entanto, milagre ele não faz. E numa categoria onde a luta pelo campeonato está restrita a dois carros, e sem a perspectiva poder guiar um deles, o espanhol decidiu procurar novos desafios.

Ainda que Alonso não tenha confimado seu destino em 2019, o caminho natural indica a mudança para a Indy, com participação no WEC.

Não é segredo para ninguém seu desejo em conquistar a tríplice coroa do esporte a motor. Le Mans e Mônaco já fazem parte do seu vitorioso curriculo. Só está faltando a vitória em Indianapolis. Que o espanhol seja feliz em sua nova fase.

20 de junho de 2018

24H LE MANS

Em tempos de Copa do Mundo o blog fica em stand by...

De todo modo, ainda que com atraso, mas para deixar devidamente registrado neste humilde espaço, a conquista de Fernando Alonso e toda equipe da Toyota em Le Mans.

Ainda que muitos insistam em diminuir o valor da vitória na tradicionalíssima prova de Endurance, pelo fato de Porsche e Audi não estarem mais fazendo parte do campeonato, é preciso reconhecer toda a dedicação e empenho da Toyota em atingir esse objetivo. 

Os japoneses perseguiam essa conquista há muito tempo. Bateram na trave ano passado e nesse ano, quis o destino que Fernando Alonso fizesse parte desse time com Buemi e Nakajima, para subir ao degrau mais alto do pódio.

Agora falta ao espanhol conquistar Indianapolis para buscar a tão sonhada Tríplice Coroa e igualar Graham Hill. Até aqui, o único piloto da história a vencer em Le Mans, Indianapolis e Mônaco. Algo me diz que ele não irá sossegar até conquistar.


23 de março de 2013

200 Gps

Fernando Alonso está longe de ser um dos pilotos mais simpáticos do grid.
Conheço uma penca de blogueiros que torcem o nariz a cada vez que o espanhol aparece. O estilo marrento e egoísta de Alonso desperta sentimentos antagônicos.

No entanto, a grande maioria concorda que o sujeito é talentoso nas pistas.

Alonso é aquele tipo de piloto com um talento raro, capaz de tirar leite de pedra. No ano passado o espanhol foi capaz de reverter um quadro desfavorável na Ferrari. Quem poderia imaginar que aquele carro que começou a temporada apanhando, terminaria o ano lutando pelo título? É evidente que Alonso não faz tudo sozinho, mas seu talento e capacidade para desenvolver um carro faz muita diferença. Motiva a equipe.

Ainda que espanhol tenha a fama de fazer a equipe gravitar ao seu redor, se tornando assim o centro das atenções, é preciso reconhecer, ele faz por onde.

Como diz um amigo: "No fundo, todo campeão é egoista, afinal de contas, o primeiro adversário a ser batido é justamente o companheiro de equipe. Se o cara for bonzinho, não vira. Fangio, Senna, Prost, Piquet, por exemplo, não eram diferentes. O objetivo deles era vencer e permanecer no topo, nem que pra isso fosse necessário esconder informações, sacrificar parceiros, vetar a contratação de pilotos...Gente boa é o Badoer, o Pedro de la Rosa, o Fisichella..."

Voltando ao tema deste post, neste final de semana El Fódon de Las Asturias completará 200 corridas na carreira. Até aqui foram 30 vitórias, 22 poles e dois Mundiais.

 Lembro quando Alonso chegou na Renault, em 2003. Naquela época eu participava de campeonatos virtuais de GP4. Era preciso escolher uma equipe para partcipar do certame. Apesar de Ferrari, Williams e McLaren serem as mais fortes da época, optei pela Renault. Foi uma parceria vitoriosa, que acabou rendendo muitas vitórias e dois campeonatos. Foi assim que ganhei o apelido de Marcelonso.

27 de outubro de 2010

O terceiro Az...


Restam duas corridas para o fim do campeonato, Brasil e Abu Dahbi. Fernando Alonso tem 11 pontos de vantagem para o vice-lider Mark Webber (Red Bull).

Numa temporada onde a distribuição de pontos é farta, poderiamos dizer que é pequena. Bastaria que Mark Webber vencesse as duas próximas, para que o rubrotaurino revertesse a vantagem e levasse o caneco.


Em tese seria simples, a Red Bull tem o melhor carro, os próximos dois circuitos tem caracteristicas favoráveis aos carros azuis...

Só que não é tão simples assim, Fernando Alonso cresceu muito nas últimas quatro provas, e olha que pelo menos em duas delas, a Red Bull era favorita com os pés nas costas!

O espanhol venceu três vezes, é verdade que teve uma bela ajuda da sorte nesta última, só que isso faz parte do jogo.
Fernando Alonso transborda motivação, e esse sentimento está espalhado pela equipe inteira, do presidente ao zelador. Ainda por cima, em Interlagos a Ferrari sempre consegue andar bem.

Talvez o maior problema para a Ferrari esteja no quesito motor, restam apenas duas unidades usadas para o espanhol fazer as próximas duas corridas.Por outro lado a durabilidade dos motores Ferrari é superior ao Renault da Red Bull, isso é fato.

Ainda que Mark Webber tenha usado seu último motor zerado semana passada, o australiano ainda tem um certa folga pela logistica dos propulsores. Se bem que o ocorrido com o propulsor de seu parceiro na última prova, não foi um bom sinal. No minimo o canguru está de orelha em pé!

A corrida no Brasil promete ser interessante. A Ferrari vai tentar com todas suas forças lutar contra a Red Bull, numa pista que tanto Alonso, quanto Massa andam muito bem.
Ainda que o ano do brasileiro seja para esquecer, em Interlagos Felipe sempre conseguiu realizar belas corridas, não é a toa que venceu em duas oportunidades, só não venceu a terceira porque teve que trabalhar para Raikkonen levar o campeonato em 2007.

Por tudo isso meus bons, diria que Fernando Alonso, caminha firme na busca do terceiro Az para seu capacete. E olha que quando ele falou isso lá atrás, era dificil de acreditar...

1 de março de 2010

Um papo com Fernando Alonso


Livio Oricchio jornalista do Estadão foi recebido por Fernando Alonso para um entrevista em Barcelona durante os testes coletivos,num papo interessante falaram sobre as espectativas do espanhol para a atual temporada,o seu relacionamento com Felipe Massa,sobre o retorno de Michael Schumacher,entre outros assuntos,vale conferir.





Estado – Há um consenso no paddock da Fórmula 1. Você nunca pareceu tão feliz.

Alonso – (Risos) Sim. É simples entender. Trabalho no lugar que sempre sonhei. O ambiente, as pessoas, a cultura tem tudo a ver comigo, com a forma como fui criado. Na Fórmula 1 há equipes e equipes. Esta é a que realmente me faz feliz. Mas só isso não explica. Como todo piloto, quero dispor de um carro que me permita vencer. E também nesse aspecto me encontro bem na Ferrari, que trabalhou muito para construir o F10, o melhor carro que já pilotei.

Estado – Você não vê nenhum excesso de otimismo nas suas declarações, não tem receio de decepcionar esses milhares de fãs que hoje, em pleno dia útil, encheram algumas arquibancadas só para vê-lo na pista?

Alonso – Esse medo sempre existe. São milhões na Espanha que têm enorme expectativa comigo, agora na Ferrari. Vi pessoas abraçadas com a bandeira da Espanha, há enorme paixão nisso tudo. E para essa gente só interessa se eu vencer. Se for segundo ou terceiro, será uma derrota. Tenho consciência da minha responsabilidade, o quanto eu tenho de dar de mim para conquistar os resultados que nós todos desejamos e não decepcioná-los.

Estado – De onde vem essa certeza de que você, depois de três anos, colecionou, pode-se dizer, frustrações na Fórmula 1, poderá ser campeão novamente?

Alonso – Feeling. Provém da facilidade com que piloto o F10, como ele reage às mudanças, dos tempos competitivos que registramos. Usamos 100% do nosso potencial para produzir o F10. Se outra equipe fez algo melhor, será incrível. Sabia que nosso projeto era revolucionário e tinha confiança total de que daria certo.

Estado – Você já declarou que os fãs podem apostar em você. Confirma?

Alonso - Sim. Corro com o melhor carro que já pilotei, tenho uma grande equipe e me sinto mais preparado do que nunca.

Estado – É possível perceber nessa massa carregada de emoção que te procura pessoas de todos os níveis sociais, dos mais simples aos que sugerem viver muito bem. Você tem fãs em toda sociedade. É uma unanimidade no seu país.

Alonso – Esse contato intenso me traz à mente a minha origem, ainda que eu não seja do tipo de ficar pensando muito no passado. Ao ver essas pessoas me lembro do meu pai dirigir 17 horas para me levar disputar uma corrida de kart, na Itália, e depois retornarmos a Oviedo, outras 17 horas. Em várias ocasiões, mesmo de carro, não tínhamos dinheiro para a viagem. Mas sempre aparecia alguém para me ajudar. Uma pessoa amiga, um patrocinador ou a equipe para quem pilotava. Isso me aproxima dos fãs e me faz sentir forte.

Estado – Você é um piloto bastante respeitado, mas há quem diga que para você produzir o que sabe precisa de tratamento diferenciado de sua equipe, dentre eles fãs brasileiros de Felipe Massa, seu companheiro na Ferrari. Como você responde?

Alonso – Haverá sempre opiniões a seu favor e contra. Respeito. O Felipe é um grande piloto, o Brasil ficou sem disputar um título por muito tempo e o Felipe chegou muito perto de conquistá-lo, com méritos. Os brasileiros podem ficar tranquilos quanto a nossa relação, ela é muito melhor do que parece para quem está de fora, nos damos muito bem.

Estado – Você e ele, no fim da reta, disputando a posição, e passa um piloto só na próxima curva.

Alonso – (Risos) Não será diferente do que vai acontecer se os pilotos forem Michael Schumacher e Nico Rosberg, da Mercedes, ou Lewis Hamilton e Jenso Button, da McLaren. Não há como não imaginar que ao longo de 19 etapas do calendário não experimentemos essa condição, vai acontecer, é uma das atrações da temporada. A diferença é que, por seu meu companheiro, haverá um respeito maior, não vai tentar uma ultrapassagem num momento delicado da corrida, por exemplo.

Estado – Michael Schumacher está de volta. Você o venceu nas temporadas de 2005 e 2006. Como pensa que será seu retorno à Fórmula 1?

Alonso – Vai enfrentar dificuldades muito, mas muito maiores das que estava acostumado. Há hoje uma geração de jovens e talentosos pilotos, com 23, 24 anos, já campeões do mundo, com importantes vitórias na Fórmula 1 e a competição também é outra. Não é mais como na época de Schumacher, em que existia dois times com possibilidade de disputar o título. Agora são bem mais e da mesma forma as escuderias, hoje adversárias de Schumacher, estão bem mais bem preparadas. Será um enorme desafio para ele. E para essa meninada toda bater o Schumacher terá sabor especial, vão assumir riscos.

Estado – Você se vê tanto tempo como ele na Fórmula 1 e depois, aos 41 anos, ainda regressar ao Mundial?

Alonso – Hoje, não. Mas as coisas podem mudar. Como aconteceu com ele. Devia estar em casa, sentindo enorme falta de correr e decidiu voltar. Entendo. Como falei, hoje não me vejo muitos anos na Fórmula 1.

Estado – Apoiaria seu filho a seguir seus passos?

Alonso – Eu lhe perguntaria, primeiro, se é mesmo isso o que deseja. Com certeza ele vai querer andar de kart depois de ver que tudo o que cerca o pai tem a ver com automobilismo. Eu o diria bem claramente o quão difícil é chegar à Fórmula 1, o que vai significar sendo filho de um piloto que já foi campeão, como isso tornará as coisas ainda mais complexas para ele.

Estado – Regressando a sua preparação para o campeonato deste ano, pelo que foi possível compreender você não simulou ainda um treino classificatório, com gasolina apenas para uma volta lançada, e amanhã (hoje) é seu último dia de teste, já que Felipe Massa assume o carro sábado e domingo. Como confiar que o F10, na etapa de abertura, será eficiente nessa condição?

Alonso – Não estou preocupado com isso. Depois de dez anos na Fórmula 1, deverei saber como tirar 100% do carro em cada momento do fim de semana de corrida. Se os engenheiros, que são bem inteligentes, determinarem a simulação amanhã, vamos lá, caso contráro fica mesmo para o GP de Bahrein. Confio num bom resultado.

crédito: Livio Oricchio - Estadão

3 de fevereiro de 2010

Alonso finalmente a bordo da Rossa


O piloto espanhol finalmente pode sentir o gostinho de pilotar a nova Ferrari F10,e não fez feio,conseguiu pela manhã  manter a escuderia na ponta da tabela de tempos,e de quebra registrou a melhor voltas dos ensaios até aqui.

18 de janeiro de 2010

Alonso volta as origens


O piloto espanhol Fernando Alonso apresentou ao lado do chefão Ecclestone a nova pintura de seu casco para a temporada 2010.
As cores retornam as origens,quando o piloto conquistou o bicampeonato a bordo da Renault.

11 de janeiro de 2010

Alonso veste as cores de Maranello oficialmente


Como já é tradição na Ferrari,a prepararação da equipe para a temporada 2010 acontece em Madonna de Campiglio,na Itália,local do 20º Wroom.
E pela primeira vez de forma oficial o espanhol Fernando Alonso,apareceu com as cores da Ferrari.

O evento conta ainda com a presença de todos os pilotos da escuderia de Maranello,Felipe Massa,Giancarlo Fisichella(reserva) e Jules Bianchi(recem contratado para o programa de jovens pilotos do time italiano),além de Nick Hayden piloto da equipe Ducati da MotoGP.

30 de setembro de 2009

Alonso finalmente na Ferrari


Como era esperado,e antes do prazo a Ferrari anunciou em Suzuka que Alonso vai vestir vermelho em 2010,formando dupla com Felipe Massa.
O contrato é válido por três temporadas,recheado de zeros e com status de primeiro piloto para o espanhol,que inclusive já alugou um puxadinho bem humilde bem proximo a Maranello.

Ah sim Kimi Raikkonen volta para o time prateado e tudo transcorrerá na mais perfeita paz,certo?

Primeira possibilidade,Massa terá um ano dificil pela frente,Alonso vai exigir tudo e mais um pouco,só que o brasileiro não vai se resignar a ser escudeiro do espanhol,certamente não aceitará que todos os previlégios sejam de Alonso,não será nada fácil administrar esse embate que deve acontecer no time italiano,conseguirá Domenicalli domar essa dupla?

Segunda possibilidade,os dois pilotos vão se dar muito bem,compartilhar informações tecnicas,segredos,tudo pacificamente,com gentilezas de ambos os lados.
Alonso será inclusive convidado a ser padrinho do rebento de Massa,a paz será algo comum nos boxes italianos.

Terceira possibilidade,vai dizer que você acredita em Coelhinho da Pascoa,Papai Noel e que Nelsinho Piquet é piloto?

8 de julho de 2009

Imagem do dia


Há muito tempo se fala nessa história de Alonso na Ferrari,é como naquela outra que dizia que Cristiano Ronaldo e Kaká fariam dupla no Real Madri,a imprensa tanto noticiou,que um dia aconteceu.
E com Alonso o rumor é cada vez maior,depois dos periódicos espanhois,agora foi a vez da imprensa italiana dar hora e local,quem vai "adorar" esse tipo de noticia pela enésima vez é o mestre Groo,a ver.