Roland Ratzenberger estreou na F1 pela extinta equipe Simtek, em 1994. O piloto austríaco firmou um contrato de performance no qual teria cinco corridas para mostrar sua capacidade na categoria máxima do esporte a motor.
Na primeira corrida da temporada, GP do Brasil, Ratzberger não conseguiu se classificar. Na sequência, em Aida, no Japão, largou em 22º e terminou a prova em 11º.
Em sua terceira corrida, em Imola, na Itália, durante uma tentativa de classificação, a asa dianteira do seu carro acabou se soltando. Sem controle, o austríaco bateu violentamente contra o muro na curva Villeneuve, a mais de 300km/h. Apesar de todas as tentativas para reanimá-lo, era tarde demais...
Oficialmente, Ratzenberg foi declarado morte oito minutos após dar entrada no Hospital Maggiore de Bologna.
A F1 viveu em 1994 uma de suas fases mais tristes.
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12 de janeiro de 2017
4 de outubro de 2016
FAGULHAS

Em algum lugar do passado, Nelson Piquet com a icônica Williams- Honda. Foi a bordo desse carro que o brasileiro venceu seu terceiro Mundial (1987). Na imagem Pascal Fabre da extinta equipe AGS tomando volta...
2 de junho de 2016
Retrovisor - Schumacher Spain 1996
Há exatos 20 anos, Michael Schumacher conquistava sua primeira vitória pela Ferrari, a 20ª da carreira, no circuito de Barcelona, na Espanha.
Após aceitar o desafio de reconstruir a equipe italiana, ao deixar a Benetton para trás, o piloto alemão começava a escrever a história de uma das parcerias mais vitoriosas de todos os tempos.
Depois desse triunfo viriam mais 71 e 5 Mundiais. Marcas que dificilmente serão superadas.
# Keepfigthingmichael
18 de agosto de 2015
Rocket
Nelson Piquet Souto Maior, a bordo da Brabham BT52, nas ruas do Principado. Sem dúvida alguma, um dos mais belos carros da história da categoria...
14 de agosto de 2015
Retrô - 641
Em 1990 a Ferrari incorporava ao modelo 641, uma grande inovação tecnológica, o câmbio semi-automático. Avanço significativo para a época...
Foi com esse modelo que a Ferrari voltou a lutar pelo campeonato após longo e tenebroso inverno. O time italiano lutou bravamente contra a McLaren Honda durante toda a temporada. Foram seis vitórias na temporada, cinco de Alain Prost e uma de Nigel Mansell.
Conta a lenda que Nigel Mansell demorou para se acostumar com o novo sistema. Para não cometer erro ao acionar o novíssimo sistema com borboletas, Mansell utilizava luvas com cores distintas. Azul na mão que aumentava a marcha e vermelho na mão que reduzia...
Foi com esse modelo que a Ferrari voltou a lutar pelo campeonato após longo e tenebroso inverno. O time italiano lutou bravamente contra a McLaren Honda durante toda a temporada. Foram seis vitórias na temporada, cinco de Alain Prost e uma de Nigel Mansell.
Conta a lenda que Nigel Mansell demorou para se acostumar com o novo sistema. Para não cometer erro ao acionar o novíssimo sistema com borboletas, Mansell utilizava luvas com cores distintas. Azul na mão que aumentava a marcha e vermelho na mão que reduzia...
13 de julho de 2015
Red Five
Voltando aos trabalhos por aqui com uma bela imagem, Nigel Mansell a bordo da fantástica Williams FW 14B. Um dos melhores modelos já produzidos na história da categoria.
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25 de novembro de 2014
Retrô - Pane seca
GP da Alemanha 1986.
Alain Prost liderava a corrida quando ficou sem gasolina na última volta, a poucos metros de receber a bandeirada...
De olho no campeonato, o francês não pensou duas vezes. Bateu no cinto, pulou para fora e começou a empurrar desesperadamente sua McLaren até a linha de chegada. Deve ter lembrado de 1984, quando perdeu o campeonato para Niki Lauda por meio ponto...
No fim das contas, o esforço valeu. Prost salvou um ponto, ao cruzar a linha de chegada na sexta posição.
Ao final da temporada, o "professor" comemorou seu bicampeonato, com dois pontos de vantagem sobre Nigel Mansell.
Mas na verdade, foi a Williams que perdeu o campeonato daquele ano.
Com o afastamento de Frank Williams do comando da sua equipe, em função do acidente automobilístico, a equipe inglesa rachou entre Mansell e Piquet. O ambiente interno ficou conturbado com a guerra escancarada entre seus pilotos...
A Williams perdeu um campeonato que parecia ganho, assim como a McLaren em 2007, quando Alonso e Hamilton se estranharam durante a temporada inteira e Kimi Raikkonen acabou campeão. Mas essa, é uma outra história...
Alain Prost liderava a corrida quando ficou sem gasolina na última volta, a poucos metros de receber a bandeirada...
De olho no campeonato, o francês não pensou duas vezes. Bateu no cinto, pulou para fora e começou a empurrar desesperadamente sua McLaren até a linha de chegada. Deve ter lembrado de 1984, quando perdeu o campeonato para Niki Lauda por meio ponto...
No fim das contas, o esforço valeu. Prost salvou um ponto, ao cruzar a linha de chegada na sexta posição.
Ao final da temporada, o "professor" comemorou seu bicampeonato, com dois pontos de vantagem sobre Nigel Mansell.
Mas na verdade, foi a Williams que perdeu o campeonato daquele ano.
Com o afastamento de Frank Williams do comando da sua equipe, em função do acidente automobilístico, a equipe inglesa rachou entre Mansell e Piquet. O ambiente interno ficou conturbado com a guerra escancarada entre seus pilotos...
A Williams perdeu um campeonato que parecia ganho, assim como a McLaren em 2007, quando Alonso e Hamilton se estranharam durante a temporada inteira e Kimi Raikkonen acabou campeão. Mas essa, é uma outra história...
18 de novembro de 2014
West
A Zakspeed, era uma delas...
Apesar de jamais ter anotado um ponto sequer em cinco temporadas.
O tempo dos garagistas...
Só para ilustrar, nos meados dos anos oitenta, haviam 17 equipes competindo. Era preciso realizar uma pré-classificação...
E pensar que hoje, existem apenas nove equipes na categoria máxima do esporte a motor. Por enquanto...
30 de outubro de 2014
Gugelmin
O catarinense Mauricio Gugelmim teve uma passagem discreta na F-1.
Em cinco temporadas participou de 80 GPs. Conquistou um pódio, e somou apenas 10 pontos.
Em sua segunda temporada na categoria, em 1989, duas situações marcaram a sua carreira.
O pódio conquistado pelo terceiro lugar no GP do Brasil e o acidente sofrido no GP da França, quando saiu voando de cabeça para baixo em meio a vários carros. Felizmente o brasileiro nada sofreu.
Em cinco temporadas participou de 80 GPs. Conquistou um pódio, e somou apenas 10 pontos.
Em sua segunda temporada na categoria, em 1989, duas situações marcaram a sua carreira.
O pódio conquistado pelo terceiro lugar no GP do Brasil e o acidente sofrido no GP da França, quando saiu voando de cabeça para baixo em meio a vários carros. Felizmente o brasileiro nada sofreu.
24 de outubro de 2014
Wallpaper
Encerrando as atividades por aqui nesta semana com uma bela imagem, daquelas que merecem um poster na parede...
As linhas e os coloridos dos carros dessa época, eram espetaculares. Um tempo que se foi...
Alain Prost ( McLaren), Thierry Boutsen ( Benetton) e Nigel Mansell (Williams) - Jerez de La Frontera - Espanha 1988.
clique na imagem para ampliar
As linhas e os coloridos dos carros dessa época, eram espetaculares. Um tempo que se foi...
Alain Prost ( McLaren), Thierry Boutsen ( Benetton) e Nigel Mansell (Williams) - Jerez de La Frontera - Espanha 1988.
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22 de outubro de 2014
Capelli
Em 1990, a bordo da saudosa equipe Leyton House, o piloto italiano numa estratégia kamike (não trocou pneus), chegou a liderar a corrida. Parecia uma jogada de mestre...
E naquele dia tudo parecia convergir para a vitória da simpática escuderia. Afinal de contas, logo atrás do italiano, estava seu companheiro de equipe, Mauricio Gugelmin. A possibilidade de uma dobradinha, parecia um sonho possível...
Mas apesar do excelente carro, o motor Judd não ajudava. Era frágil demais...
E não demorou muito para que o motor do carro de Mauricio Gulgemin, abrisse o bico a poucas voltas do final. Era um prenúncio...
Na sequência, a apenas três voltas do final, o motor do carro de Ivan Capelli também começou a apresentar problemas. Mesmo assim o italiano fez de tudo para segurar Alain Prost, mas não teve jeito. Sem potência, a sonhada vitória ficou pelo caminho...
No fim das contas, Capelli comemorou o segundo lugar como se fosse um título Mundial. Parecia saber que aquele seria seu último pódio na F-1.
15 de outubro de 2014
Em algum lugar do passado...
Carlos Reutemann e o lendário James Hunt brigando pela liderança no antigo traçado de Interlagos, em 1977....
No fim das contas, o argentino da Ferrari levou a melhor e ficou com a vitória. James Hunt e Niki Lauda completaram o pódio, segundo e terceiro colocados respectivamente.
Emerson Fittipaldi a bordo da gloriosa Copersucar terminou a corrida em casa, num honroso quarto lugar. Bons tempos...
Os puristas até hoje lamentam a mutilação imposta ao circuito paulistano. Foi um pecado é verdade, mas sem essa "modernização" o Grande Prêmio do Brasil já teria deixado o calendário da F-1, é fato.
No fim das contas, o argentino da Ferrari levou a melhor e ficou com a vitória. James Hunt e Niki Lauda completaram o pódio, segundo e terceiro colocados respectivamente.
Emerson Fittipaldi a bordo da gloriosa Copersucar terminou a corrida em casa, num honroso quarto lugar. Bons tempos...
Os puristas até hoje lamentam a mutilação imposta ao circuito paulistano. Foi um pecado é verdade, mas sem essa "modernização" o Grande Prêmio do Brasil já teria deixado o calendário da F-1, é fato.
29 de setembro de 2014
Retrô - O substituto
Um momento na história da F-1, Jean Louis Schlesser pilotando a Williams em Monza, 1988.
Não que o piloto francês tenha barbarizado na corrida, muito pelo contrário...
Largando no fundão, o substituto de Nigel Mansell seguia tranquilamente em sua corrida sem chamar a atenção, mas a duas voltas do fim, acabou se enroscando com o então líder Ayrton Senna, quando tomava uma volta do brasileiro...
No fim das contas, o piloto francês entrou para a história por interromper a sequência de vitórias da equipe McLaren.
Vale lembrar que o GP da Itália foi a única corrida que a equipe McLaren não venceu em 1988. Foram 15 vitórias em 16 corridas. Foi uma temporada fantástica...
Com Prost e Senna fora do caminho, a Ferrari fez dobradinha. Gehard Berger e Michelle Alboreto fizeram a alegria dos tiffosi
Reza a lenda que Jean Louis Schlesser ganhou uma estátua em Monza.
Não que o piloto francês tenha barbarizado na corrida, muito pelo contrário...
Largando no fundão, o substituto de Nigel Mansell seguia tranquilamente em sua corrida sem chamar a atenção, mas a duas voltas do fim, acabou se enroscando com o então líder Ayrton Senna, quando tomava uma volta do brasileiro...
No fim das contas, o piloto francês entrou para a história por interromper a sequência de vitórias da equipe McLaren.
Vale lembrar que o GP da Itália foi a única corrida que a equipe McLaren não venceu em 1988. Foram 15 vitórias em 16 corridas. Foi uma temporada fantástica...
Com Prost e Senna fora do caminho, a Ferrari fez dobradinha. Gehard Berger e Michelle Alboreto fizeram a alegria dos tiffosi
Reza a lenda que Jean Louis Schlesser ganhou uma estátua em Monza.
12 de setembro de 2014
Em algum lugar do passado

No instantâneo acima, os boxes no circuito de Mosport Park - Canadá, no distante ano de 1974. Uma imagem que nos remete a época dos"garagistas". Quando tudo era muito mais simples e divertido...
A perigosa pista canadense abrigou a F-1 entre os anos de 1961 a 1977. Emerson Fittipaldi foi o único brasileiro a vencer neste circuito.
Em 1974, Fittipaldi subiu ao degrau mais alto do pódio, ladeado por Clay Regazzoni e Ronnie Peterson, segundo e terceiro colocados respectivamente. Um pódio de muito respeito, diga-se.
Atualmente o autódromo recebe apenas provas da Nascar Truck, Le Mans Series e Superbike Canadense.
21 de agosto de 2014
1991 - Bélgica
O ano de 1991 foi marcante na F1, e algumas peculiaridades aconteceram justamente na pista que receberá a próxima etapa do mundial, no circuito de Spa Francorchamps.
No GP da Bélgica daquele ano, Ayrton Senna, conquistou sua quinta vitória em terras belgas, a quarta seguida, desde sua estréia na McLaren em 1988. Foi também o último triunfo de Senna nesta pista.
O pódio foi completado por Gerhard Berger em segundo e Nélson Piquet, em terceiro.
Um pódio que ficou marcado na memória de muitos brasileiros. Afinal de contas, foi a última vez que dois brazucas campeões mundiais lá estiveram ao mesmo tempo. (Penso que outro pódio como esse, só na próxima encarnação)
Mas o que chamou a atenção, foi a estréia de um alemãozinho queixudo na equipe Jordan, substituindo o piloto Bertrand Gachot, preso na Inglaterra após uma briga de trânsito.
Por 300 dinheiros (U$ 300 mil), a Mercedes comprou o assento e colocou para correr seu protegido, um tal Michael Schumacher, então piloto do time de Sports Protótipos.
Em seu primeiro contato com um F-1, o novato alemão deixou o paddock de boca aberta com seu desempenho nos treinos livres.
Na classificação colocou sua Jordan na sétima posição, três posições a frente do experiente companheiro de equipe, Andrea de Cesaris. No entanto, não teve a mesma sorte na corrida. Com problemas na embreagem, Schumacher não completou sequer a primeira volta da corrida.
A atuação do novato alemão naquele final de semana, chamou a atenção da categoria. Tanto que assinou contrato com a equipe Benetton e passou a ser companheiro de Nelson Piquet na corrida seguinte.
O resto da história todos conhecem...
Michael Schumacher tornou-se o maior vencedor de todos os tempos. Conquistou sete titulos Mundials, 91 vitórias e 68 poles. Números que dificilmente serão superados.
Ah sim, Schumacher é o maior vencedor em Spa Francorchamps, com seis vitórias.
20 de agosto de 2014
Retro - 1987
(GP da Espanha 1987) Pela ordem, Nigel Mansell, Nelson Piquet, Ayrton Senna e Gehard Berger, um pouco mais atrás. Williams, Lotus e Ferrari. Gosto dessas imagens...
Elas me fazem voltar no tempo, lembrando de uma época de máquinas mais coloridas, sem tanta dependência da eletrônica e da aerodinâmica, uma categoria mais equilibrada...
É obvio que o domínio de uma determinada equipe sempre existiu. Naquele tempo, quem dava as cartas era a Williams...
No entanto, o "braço" fazia uma enorme diferença, tanto que Piquet venceu o campeonato naquele ano.
Naquele período, haviam dois pilotos brasileiros em condições de vencer corridas e campeonatos - Piquet e Senna. Fico a me perguntar, se um dia veremos isso se repetir...
Sinceramente, não acredito.
Elas me fazem voltar no tempo, lembrando de uma época de máquinas mais coloridas, sem tanta dependência da eletrônica e da aerodinâmica, uma categoria mais equilibrada...
É obvio que o domínio de uma determinada equipe sempre existiu. Naquele tempo, quem dava as cartas era a Williams...
No entanto, o "braço" fazia uma enorme diferença, tanto que Piquet venceu o campeonato naquele ano.
Naquele período, haviam dois pilotos brasileiros em condições de vencer corridas e campeonatos - Piquet e Senna. Fico a me perguntar, se um dia veremos isso se repetir...
Sinceramente, não acredito.
13 de agosto de 2014
4 de agosto de 2014
Snake
A equipe Jordan deixou saudades. O grafismo e o colorido de seus carros chamava a atenção. Nunca mais se viu nada igual...
Na imagem acima Damon Hill no circuito de Spa-Francorchamps, próxima parada da F-1, daqui a 20 dias.
clique na imagem para ampliar
Na imagem acima Damon Hill no circuito de Spa-Francorchamps, próxima parada da F-1, daqui a 20 dias.
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1 de agosto de 2014
Retrô - 1993
A passagem de Michael Andretti pela F-1 foi um verdadeiro fiasco.
Dois anos após vencer o campeonato na Indy, o norte-americano fez o caminho inverso de seu pai.
Desembarcou na categoria máxima do esporte a motor para disputar a temporada 1993 pela equipe McLaren, ao lado de Ayrton Senna.
A aventura de Michael Andretti durou apenas 13 corridas.
Uma sequência de incríveis acidentes nas três primeiras corridas, colocou em dúvida a capacidade do piloto norte-americano num carro equipado com tanta tecnologia.
Com a cota de barbeiragem estourada, sua estada na categoria virou motivo de piada....
Nem mesmo o pódio alcançado por Andretti em Monza, foi suficiente para serenar os ânimos na equipe.
Após a conquista do terceiro lugar no GP da Itália, o filho de Mário Andretti foi agraciado com um "prêmio" concedido pelo chefão da McLaren, Ron Dennis - um pé na bunda.
E assim terminou de forma melancólica a participação de Michael Andretti na F-1.
Dois anos após vencer o campeonato na Indy, o norte-americano fez o caminho inverso de seu pai.
Desembarcou na categoria máxima do esporte a motor para disputar a temporada 1993 pela equipe McLaren, ao lado de Ayrton Senna.
A aventura de Michael Andretti durou apenas 13 corridas.
Uma sequência de incríveis acidentes nas três primeiras corridas, colocou em dúvida a capacidade do piloto norte-americano num carro equipado com tanta tecnologia.
Com a cota de barbeiragem estourada, sua estada na categoria virou motivo de piada....
Nem mesmo o pódio alcançado por Andretti em Monza, foi suficiente para serenar os ânimos na equipe.
Após a conquista do terceiro lugar no GP da Itália, o filho de Mário Andretti foi agraciado com um "prêmio" concedido pelo chefão da McLaren, Ron Dennis - um pé na bunda.
E assim terminou de forma melancólica a participação de Michael Andretti na F-1.
31 de julho de 2014
Lotus
O segredo do carro estava escondido sob a carenagem. Chapman mostrou o caminho para a criação do monocoque em 1962, ao conceber um carro com maior rigidez, menor peso, maior confiabilidade e uma seção transversal menor.
50 anos depois, os carros de corrida continuam usando esse princípio.
Foi uma máquina concebida sob medida para um piloto muito especial - Jim Clark. O inglês só não venceu o Mundial em 1962 porque na última corrida da temporada, quando liderava a prova, foi obrigado a abandonar devido a um vazamento de óleo provocado por um parafuso mal apertado.
No ano seguinte, Jim Clark venceu o campeonato de forma avassaladora. Conquistando sete vitórias e sete poles em dez provas disputadas.
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