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23 de junho de 2015

Volvo Ocean Race - Final


Reprodução: Portal O Sol Diário

A última etapa da Volvo Ocean Race teve um vencedor inédito. Nesta segunda-feira, oTeam Alvimedica (Turquia/EUA) foi o primeiro a cruzar a linha de chegada após concluir o percurso entre Lorient - Haia - Gotemburgo em quatro dias e nove horas. Muita festa para o time mais jovem da competição, com média de idade de 32,5 anos.
— Claro que estamos muito felizes por essa vitória. Foi um ótimo resultado, pois conseguimos segurar a liderança obtida antes do pit-stop de Haia. Vamos aproveitar o momento e depois pensar na última regata in-port — disse o norte-americano Charles Enright, comandante do Team Alvimedica.

O barco turco terminou a prova de 1.544 quilômetros com vantagem de 23 minutos para Team Brunel (Holanda), segundo colocado. O MAPFRE (Espanha) e o Dongfeng Race Team (China) cruzaram a linha minutos depois. Os últimos a fechar a nona etapa foram Abu Dhabi Ocean Racing (Emirados Árabes Unidos), Team Vestas Wind (Dinamarca) e Team SCA (Suécia). A diferença do primeiro ao sétimo não superou duas horas.
Todas as equipes, com exceção do Team Vestas Wind (Dinamarca), que perdeu mais da metade das etapas por um incidente no Oceano Índico, ganharam pelo menos uma perna na edição 2014-15 da regata. O resultado mostra que os modelos Volvo Ocean 65 — barcos rigorosamente iguais — deram certo.
A equipe do Alvimedica terá mais um desafio. Disputar um desempate na in-port race do próximo sábado contra o MAPFRE, do brasileiro André Fonseca, o Bochecha. Ambos somam 34 pontos perdidos e a regata local de Gotemburgo vai definir quem fica em quarto e em quinto lugares.
— Foi uma regata bastante difícil e a parada em Haia praticamente definiu a etapa. O Alvimedica foi melhor, méritos para eles! Cometemos alguns erros que nos tiraram a vitória. Agora resta a disputa pelo quarto lugar. Vamos fazer a nossa regata sem nos importar com um match race contra o Alvimedica — disse André Fonseca.
O pódio
O resultado da manhã desta segunda-feira em Gotemburgo também confirmou o pódio final da Volvo Ocean Race 2014-15. O Abu Dhabi Ocean Race (Emirados Árabes Unidos) fica com o ouro, o Team Brunel (Holanda) com a prata e o Dongfeng RaceTeam com o bronze (China). 

O britânico Ian Walker, comandante do time árabe, entra para um seleto grupo de medalhistas olímpicos e vencedores da Volta ao Mundo, como o brasileiro Torben Grael. O Abu Dhabi conta também com o espanhol Chunny Bermudez, integrante do Brasil 1 na campanha de 2005-06.
Ainda no píer sueco, a tripulação recebeu o troféu erguido pelo emocionado Ian Walker. A bandeira dos Emirados Árabes Unidos vai tremular na Volvo Ocean Race até a edição 2017-18.
O próximo e último compromisso das equipes é a regata in-port sueca, que fecha a maior competição de vela oceânica no próximo sábado. As provas fazem parte de um campeonato à parte da Volta ao Mundo e são realizadas em todas as cidades-sede e servem como critério de desempate. O Abu Dhabi também é o líder provisório dessa série.
Conheça os vencedores das nove etapas
Etapa 1: Alicante (Espanha) até Cidade do Cabo (África do Sul)
Vencedor: Abu Dhabi Ocean Racing
Etapa 2: Cidade do Cabo (África do Sul) até Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos)
Vencedor: Team Brunel
Etapa 3: Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) até Sanya (China) 
Vencedor: Dongfeng Race Team
Etapa 4: Sanya (China) até Auckland (Nova Zelândia)
Vencedor: MAPFRE
Etapa 5: Auckland (Nova Zelândia) até Itajaí (Brasil)
Vencedor: Abu Dhabi Ocean Racing
Etapa 6: Itajaí (Brasil) até Newport (EUA)
Vencedor: Dongfeng Race Team
Etapa 7: Newport (EUA) até Lisboa (Portugal)
Vencedor: Team Brunel
Etapa 8: Lisboa (Portugal) até Lorient (França)
Vencedor: Team SCA
Etapa 9: Lorient (França) - Haia (Holanda) - Gotemburgo (Suécia)
Vencedor: Team Alvimedica
Classificação geral:1º Abu Dhabi Ocean Racing: 24 pontos
2º Team Brunel: 29 pontos
3º Dongfeng Race Team: 33 pontos
4º Team Mapfre: 34 pontos
5º Team Alvimedica: 34 pontos
6º Team SCA: 51 pontos
7º Team Vestas Wind: 60 pontos 

17 de junho de 2015

Volvo Ocean Race - Leg 9

A Volvo Ocean Race está chegando ao fim.  A flotilha deixou a cidade francesa Lorient com destino a Gotemburgo, na Suécia, para um percurso de 960 milhas náuticas, o que equivale a 1.777 quilômetros.

No meio do caminho, as equipes serão obrigadas a parar por 24 horas na cidade de Haia, na Holanda, uma ação inédita nos 42 anos de história do evento. A etapa de número nove definirá o vice-campeão e o terceiro colocado - o vencedor por antecipação é o Abu Dhabi Ocean Racing depois de mais de oito meses de competição.


O barco holandês Team Brunel está atualmente em segundo lugar com 27 pontos perdidos, seguido por Dongfeng Race Team, MAPFRE e Team Alvimedica. Todos têm chance de pódio no final.
"Estamos brigando pelo pódio, acho que esse era o objetivo até o final da regata. Agora é fazer o que temos feito, tentar o máximo, ver se a sorte nos ajuda e no fim olhar como foi o resultado. É dar duro, correr pra ver como fica, não dá pra pensar muito, são quatro barcos disputando duas posições e nós temos que chegar à frente deles, então é fazer o nosso melhor pra ver como termina essa regata", disse o brasileiro André 'Bochecha' Fonseca, integrante do espanhol MAPFRE.
Por causa da decisão, dificuldade do percurso e até o pit-stop, a etapa nove promete ser uma das mais complicadas do evento. "Sairemos de Haia para Gotemburgo com a mesma diferença de tempo que chegamos até à Holanda. Isso é bastante complicado, principalmente se levar em conta que é uma regata curta. Ou seja, em Haia praticamente se define muita coisa. São muitos canais, muitas pontas para se passar, portanto disputaremos praticamente uma regata in-port de dois dias e meio", concluiu Bochecha.
O percurso terá 17 zonas de exclusão de tráfego de Lorient para Gotemburgo. Os barcos devem demorar até três dias para chegar em Haia e mais dois para Gotemburgo. O reinício na Holanda está previsto para sábado (20). Eles devem chegar na Suécia até a tarde da próxima segunda-feira (22).

11 de junho de 2015

Volvo Ocean Race - Leg 8


Reprodução: Portal o Sol Diário

O Team SCA — barco formado apenas por mulheres — venceu, na madrugada desta quinta-feira, a oitava etapa da Volvo Ocean Race, entre Lisboa, em Portugal, e Lorient, na França. A equipe completou o percurso em 3 dias, 13 horas, 11 minutos e 11 segundos. Quase uma hora depois chegou o Team Vestas Wind em segundo lugar, seguido por Abu Dhabi, Mapfre, Brunel, Alvimedica e Dongfeng. Os árabes do Abu Dhabi já podem comemorar o título por antecipação.
Foi a primeira vitória do time de mulheres nesta edição, que só haviam chegado em sexto lugar até agora. As atletas mostraram com esse pódio que são capazes de velejar de igual para igual com os homens.
— É uma recompensa por todo o trabalho duro que temos feito. É um grande resultado, que nos impulsiona e dá confiança. Escalamos uma montanha para escalar para chegar aqui — contou a comandante Sam Davies.
O Team SCA repete o feito do também feminino barco Maiden, da britânica Tracy Edwards, que venceu uma etapa na edição de 1989-90. Treinado pelo brasileiro Joca Signorini, o time de bandeira sueca foi o primeiro a anunciar a campanha para a Volvo Ocean Race.
Além de Joca, o SCA tem uma quase brasileira a bordo. Carolijn Brouwer é holandesa, mas morou no Brasil por uma década. Feliz na chegada ao píer e com o filho no colo, a atleta olímpica disse que a sensação era indescritível:
— Foi uma etapa quase perfeita. Fizemos muito esforço para alcançar esse resultado, bastante merecido pra gente. Mostramos do que somos capazes. Nessa etapa tudo deu certo, uma coisa que na vela não acontece muitas vezes.
A etapa teve oficialmente um pouco mais de 600 milhas náuticas, mas as condições de contravento fizeram com que as sete equipes e principalmente o Team SCA navegassem mais. Foram 849,7 milhas náuticas para as meninas, que tiveram média de 13,6 nós/hora de velocidade na etapa. A perna começou com pouco vento na costa de Portugal, mas na Espanha a intensidade aumentou. 

Na próxima terça-feira os barcos partem para a última etapa da competição entre Lorient e Gotemburgo, na Suécia. A novidade desta edição é um pit-stop no meio do caminho, na cidade de Haia, na Holanda. As equipes vão parar por 24 horas no porto holandês antes da relargada rumo ao destino final.

Abu Dhabi comemora título antecipadoO resultado da oitava etapa favoreceu o time Abu Dhabi, que abriu oito pontos de vantagem para o vice-líder Team Brunel e comemorou o título adiantado da 12ª edição do evento. Os árabes somam 19 pontos perdidos contra 27 dos holandeses, restando apenas sete pontos em jogo. 

O Dongfeng é o terceiro no geral com 29 e o Mapfre, do brasileiro André Fonseca, o Bochecha, está logo atrás com 31 pontos perdidos. A tabela segue com Team Alvimedica, Team SCA e Team Vestas Wind. A última etapa deve definir quem ficará entre o segundo e o quinto lugares. 

Classificação geral:1º Abu Dhabi Ocean Racing: 19 pontos
2º Team Brunel: 27 pontos
3º Dongfeng Race Team: 29 pontos
4º Team Mapfre: 31 pontos
5º Team Alvimedica: 33 pontos
6º Team SCA: 44 pontos
7º Team Vestas Wind: 54 pontos 

28 de maio de 2015

Volvo Ocean Race - Leg 7


Reprodução: Portal O Sol Diário

O Team Brunel, barco comandado por Bouwe Bekking, venceu nesta quarta-feira a sétima etapa da Volvo Ocean Race, disputada entre Newport, nos Estados Unidos, e Lisboa, Portugal. A equipe holandesa completou o percurso de 2.800 milhas náuticas em 9 dias, 11 horas, 9 minutos e 49 segundos. Em segundo lugar ficou o Mapfre, seguido pelo Team Alvimedica, Dongfeng Race Team, Abu Dhabi e Team SCA.
— Foi uma das mais fáceis e excitantes etapas ao mesmo tempo. Os caras fizeram um grande trabalho, mas confesso que foi uma das mais calmas pernas transatlânticas que já naveguei. Foi um cruzeiro — comemorou Bouwe Bekking, que disputa pela sétima vez a Volvo Ocean Race.
O resultado coloca o barco holandês novamente na disputa do título da temporada. O Team Brunel está em terceiro no geral com 22 pontos perdidos.
— Acredito que a situação tenha mudado um pouco. Após a etapa, a regata está aberta novamente. Nós ainda temos duas pernas para velejar e vamos continuar a lutar para a melhor posição no final — disse Bekking.
O líder continua sendo o Abu Dhabi com 16 pontos, seguido pelo chinês Dongfeng com 21. Os chineses tinham tudo para conseguir diminuir ainda mais a vantagem, mas acabaram perdendo posições e terminaram a etapa em quarto — fora do pódio —, 55 segundos atrás do Team Alvimedica.
Disputa acirrada
O barco espanhol Mapfre, que tem a bordo o catarinense André Fonseca, o Bochecha, chegou em segundo — menos de 22 minutos atrás do Team Brunel. A disputa pela liderança da perna foi acirrada, mas, de acordo com o velejador brasileiro, faltou velocidade na chegada.
— Vamos continuar nessa competição contra o Brunel nas próximas duas etapas. O barco andou rápido e respondeu na travessia transatlântica. A nossa equipe trabalhou muito bem do começo ao fim — destacou Bochecha.
O Team SCA chegou novamente em sexto lugar, como nas outras seis etapas. As meninas chegaram a liderar a regata e não deixaram os adversários escaparem tanto, mas acabaram cruzando a linha de chegada duas horas depois do vencedor. A holandesa Carolijn Brouwer, que morou no Brasil, gostou do desempenho das meninas.
— Foi minha terceira passagem pelo Atlântico e dessa vez foi diferente, pois fez menos frio e vento fraco. O resultado foi bom pra gente e o número final não mostra o esforço que estamos fazendo a bordo. Agora, as próximas pernas, que são mais curtas, podem nos favorecer — avaliou.
A regata Volta ao Mundo entra em seus capítulos finais com a perna até Lorient, na França, e depois o sprint para a Suécia — com uma parada de 24 horas em Haia, na Holanda. A corrida tem previsão de encerramento no dia 27 de junho com a in-port race de Gotemburgo após nove meses, 38.739 milhas náuticas percorridas, 11 portos e visita a todos os continentes.
Classificação geral:
1º Abu Dhabi Ocean Racing - 16 pontos 
2º Dongfeng Race Team - 21 pontos 
3º Team Brunel - 22 pontos 
4º Mapfre - 26 pontos 
5º Team Alvimedica - 27 pontos 
6º Team SCA - 41 pontos 
7º Team Vestas Wind** - 52 pontos

7 de maio de 2015

Volvo Ocean Race - Leg 6

Reprodução: Secretaria Municipal de Comunicação de Itajaí
Com boas vibrações e muita sorte trazidas do Brasil, a equipe chinesa cruzou a linha de chegada da sexta etapa da Volvo Ocean Race no fim da noite desta quarta-feira (06). A diferença foi de apenas três minutos para o Abu Dhabi Ocean Racing, que chegou em segundo. Ambos fizeram o percurso de cinco mil milhas náuticas em 17 dias e 09 horas.
A vitória marca a volta por cima do Dongfeng Race Team, que trocou seu mastro na perna anterior e viu sua liderança cair consideravelmente. Em Itajaí, a equipe comandada por Charles Caudrelier fez a troca do material, mas teve pouco tempo para se preparar para a largada.
"Todos fizeram um magnífico trabalho a bordo! Essa foi a chave para essa conquista. Foi uma etapa que nos exigiu muito da parte tática desde a saída do Brasil. O Abu Dhabi forçou bastante até o fim e aumentou ainda mais a importância da nossa vitória", disse Charles Caudrelier, comandante do Dongfeng. "Foi tudo muito difícil. Acho que por umas dez vezes conseguimos achar uma rajada boa e abrir, mas todas as vezes o Abu Dhabi nos alcançava. Eles chegaram a nos passar quase no final, mas conseguimos vencer".
Logo depois da largada em Santa Catarina, o Dongfeng Race Team sofreu com o dessanilizador quebrado. O equipamento que transforma água salgada em potável é fundamental para a vida a bordo e os chineses cogitaram a desistência. "Tivemos que parar por 12 horas e esse tempo numa regata tão igual é precioso".
Mesmo com a vitória, o Dongfeng segue longe da liderança na classificação geral, que está com Abu Dhabi. São seis pontos de vantagem para os árabes. O comandante Ian Walker ficou feliz pelo desempenho do seu time. "Foi um final muito apertado. Ficamos em segundo, uma posição importante para a classificação geral. Obviamente nós queríamos vencer, mas saímos satisfeitos da prova".
O Abu Dhabi soma 11 pontos perdidos contra 17 do Dongfeng. O Team Brunel, barco holandês que chegou em terceiro em Newport, tem 21. Nesta madrugada, os barcos MAPFRE e Team Alvimedica cruzaram a linha de chegada. O último será o Team SCA.

28 de abril de 2015

Volvo Ocean Race - Leg 6 - Doldrums

Reprodução: Secretaria Municipal de Comunicação de Itajaí

O Brasil é o país que mais está presente na Volvo Ocean Race, pelo menos na questão geográfica. Somos a nação com a maior costa do mundo e isso obriga os barcos a permanecerem por aqui por mais tempo. Fazendo um cálculo simples - incluindo a descida do Atlântico na primeira etapa, a parada de 17 dias na Itajaí Stopover e a atual perna com destino a Newport (EUA) - as equipes estão no Brasil por mais de um mês.
"Temos um fator decisivo na Volvo Ocean Race. O Brasil é uma parada estratégica depois da perna dos mares do Sul, a mais desgastante. É onde os consertos mais significativos são feitos e onde muitas quebras ocorrem. Além disso, na região Sul ao Nordeste do país, os barcos encontram uma ótima rota para navegar. Sempre digo que a etapa que sobe o Atlântico é como uma corrida de Fórmula 1, com muitas trocas de posições", cita o brasileiro André 'Bochecha' Fonseca, integrante do barco MAPFRE, que ocupa provisoriamente a segunda posição na etapa atual. A liderança está nas mãos do Dongfeng Race Team.
A sexta etapa sobe o Atlântico na direção dos Estados Unidos e, nesta segunda-feira (27), os barcos devem se despedir da costa brasileira e entrar nos Doldrums - região hemisférica com ventos inconstantes.
A etapa marca, por enquanto, a volta por cima do Dongfeng Race Team. O barco chinês abandonou a última perna após a quebra do mastro. Com um novinho em folha, os asiáticos estão acelerando - mas todo cuidado é pouco.
"O vento é muito instável por aqui. É difícil para os 'nervos' essa situação, pois nada o que você ganha agora pode ser comemorado. A Volvo Ocean Race é realmente interessante. A mudança para um barco one-design alterou tudo e tornou a regata ainda mais difícil. O contato permanente com nossos concorrentes é cansativo e estressante", disse o comandante Charles Caudrelier.
Para chegar em Newport, no estado de Rhode Island, as equipes ainda terão a costa caribenha e o frio da costa leste norte-americana. A previsão para o fim da perna varia entre 06 e 08 de maio

22 de abril de 2015

Volvo Ocean Race - A partida



Reprodução: Itajaispotover.com

A Volvo Ocean Race deixou o Brasil com destino aos Estados Unidos, no último domingo, depois de 17 dias na cidade de Itajaí. Os seis barcos terão pela frente toda a subida pelo Oceano Atlântico até a chegada em Newport, nos Estados Unidos. Serão 9.278 quilômetros de regata e os vencedores devem cruzar a linha de chegada na cidade norte-americana no início de maio.


O público lotou a Vila da Regata para se despedir dos bravos velejadores. A largada da sexta etapa da Volta ao Mundo foi praticamente sem vento. Os barcos demoraram mais de uma hora para fazer um percurso curto de saída. O brasileiro André 'Bochecha' Fonseca, do MAPFRE, agradeceu o carinho e prometeu mais dedicação a bordo.
"Fiquei muito feliz com o carinho que tive dos brasileiros, que adotaram o time espanhol como favorito. Nós disputamos uma regata bastante complicada e os resultados mostram isso. Por isso é bom ter uma torcida maior", disse o brasileiro.

A sensação de todos era de quero mais. "Gostaria de ficar mais uma semana em Itajaí. Conseguimos descansar um pouco e curtir as praias, a comida e o povo local. Estamos prontas para a próxima", contou Carolijn Brouwer, velejadora do Team SCA. "A etapa será boa pra gente, principalmente nos primeiros dias com ventos um pouco mais fracos, ideais para as mulheres. A perna terá uns dez dias de regata próxima à costa brasileira e depois vamos passar pelos doldrums . É um desafio, mas a gente se preparou".

A liderança da competição é do Abu Dhabi, seguido pelo Dongfeng e Team Brunel. "Temos um tripulante novo e um desafio de passar por uma etapa difícil. A regra é acreditar na estratégia porque os barcos estarão próximo. A meteorologia é traiçoeira", disse Bouwe Bekking, do Team Brunel. "Tudo pode acontecer. É só lembrar o que ocorreu com o time espanhol na edição passada. O Abu Dhabi lidera bem, mas ainda tem muito para rolar, inclusive mais uma travessia transatlântica".

Convidados ilustres, como a modelo Ellen Jabour e o tetracampeão Marcio Santos, seguiram a tradição de pular do barco após o contorno da última boia. "Sempre representei o Brasil e agora mais uma vez nesse desafio inusitado. Santa Catarina está de parabéns por sediar um evento deste porte".

O evento desembarcou pela segunda vez em Itajaí, Santa Catarina, e mais uma vez teve índices surpreendentes de público.


16 de abril de 2015

Volvo Ocean Race - Pictures (3)

Um grande obrigado ao camarada Diego Dahmer, que esteve na Vila da Regata neste quinta-feira e nos brinda com belas imagens. É importante dizer, Diego tem a fotografia como hobby e muito talento, diga-se. Recomendo uma visita  ao site do fotografo para conferir seu belo trabalho.






By: Diego Dahmer

15 de abril de 2015

Volvo Ocean Race - In Port Race

No próximo sábado a partir das 14h acontecerá a In Port Race.

A regata será realizada em frente as cidades de Itajaí e Navegantes e deverá contar com todas as seis equipes integrantes da Volvo Ocean Race. A única dúvida reside sobre a participação da equipe chinesa Donfeng.

Para quem não lembra, o time Donfeng chegou a cidade somente no inicio desta semana, em virtude da quebra do mastro. Os chineses lutam contra o relógio para terminar a tempo todos os reparos. Só para ilustrar, ontem a noite, por volta das nove da noite, a equipe continuava na labuta...

14 de abril de 2015

Volvo Ocean Race - Pictures (2)

No próximo sábado (18) acontecerá em Itajaí a chamada In-Port Race. Uma prova que serve como aquecimento para as equipes acertarem suas embarcações visando a largada para a próxima etapa, domingo (19). Essa regata não soma pontos na corrida principal da Volvo Ocean Race, no entanto, em caso de empate na classificação geral, poderá ser utilizada como critério de desempate.

Nesse meio tempo, mais algumas imagens da Regata que está movimentando a região...

Nesta edição da Volvo Ocean Race os organizadores desenvolveram o Boatyard, um estaleiro   para a realização dos reparos nos veleiros da Regata. Toda a manutenção é realizada exclusivamente por mecânicos da própria Volvo.

   Para aqueles que não sabem,  esta é a primeira edição da Regata de Volta ao Mundo onde todas equipes velejam com o mesmo tipo de barco - Volvo Ocean 65 -

Os veleiros estão recebendo os mastros para serem recolocados na água visando os primeiros testes...


As embarcações perfiladas, esperando o momento de retornar a labuta...


O atual líder da competição, Abu Dhabi Ocean Racing ...

A lista para verificação é extensa...

    Enquanto isso, a molecada participando da Regata Mirim...


                                           clique na imagem para ampliar

13 de abril de 2015

Volvo Ocean Race - Donfeng

Reprodução: Portal O Sol Diário


Foi uma longa jornada. O barco Dongfeng Race Team, que vinha colecionando bons resultados na Volvo Ocean Race, viu as esperanças de chegar na frente no trajeto até Itajaí irem por água abaixo depois que o mastro do barco quebrou, cerca de 200 milhas náuticas antes do Cabo Horn, no extremo Sul das Américas. A equipe não teve opção senão alternar vela e motor (o que os desclassifica na etapa), com apenas parte da equipe a bordo. E foi assim que, na madrugada desta segunda-feira, longe da multidão que acompanhou as demais chegadas, eles desembarcaram em Itajaí.
Poderia ter sido uma chegada sem graça. Mas entre os velejadores, o clima era de comemoração: eles conseguiram chegar a tempo de arrumar o barco para os próximos desafios e, se tudo correr como o esperado, estarão prontos para correr a regata In Port, no sábado, e largar junto das outras equipes no domingo rumo a Newport (EUA).
— Hoje sabemos que estaremos prontos para a próxima perna — dizia o comandante do barco, o francês Charles Caudrelier.
Mastro
A chegada ocorreu menos de 24 horas após o mastro substituto ter sido descarregado na Vila da Regata, na manhã de domingo. Uma operação de logística trouxe o equipamento dos Emirados Árabes Unidos. De lá, o mastro passou pela Holanda antes de ser enviado ao Brasil, num avião da companhia Air France.
O desembarque foi no Aeroporto Viracopos, em Campinas, de onde o mastro seguiu via terrestre até Itajaí. Um caminhão especial para cargas acima do tamanho normal fez o transporte do equipamento, que tem 28 metros.
Para a Dongfeng, diferente das outras equipes, o maior desafio desta que é a rota mais difícil da regata, será em terra.

9 de abril de 2015

Volvo Ocean Race - Pictures

A Volvo Ocean Race segue em Itajaí até o próximo dia 19 de abril, quando as equipes partirão rumo ao próximo destino - Newport - USA.  Enquanto isso, algumas imagens do evento...

    Race Village...


   Até o final dessa semana, após a conclusão dos reparos, os barcos deverão retornar ao mar...

    Os organizadores trouxeram uma bela estrutura para a Race Village...

    O time feminino SCA, quinto colocado, aportando em Itajaí....

   

6 de abril de 2015

A imagem do fim de semana

A chegada dos barcos da Volvo Ocean Race foi prestigiada na região...

Segundo organizadores do evento, mais de setenta mil pessoas foram assistir a chegada das embarcações. Na imagem acima o vencedor da etapa, o veleiro Abu Dhabi, aportando na Vila da Regata.

O veleiro Fita Azul, além de vencer a 5ª perna da competição, estabeleceu um novo recorde em milhas navegadas. Foram 549 milhas em apenas um dia. De quebra, assumiu a liderança geral da maior regata do mundo.

Volvo Ocean Race - Leg 5 - Abu Dhabi vence etapa

Reprodução: Portal O Sol Diário

Depois de enfrentar mais de 12 mil quilômetros de aventura entre a Nova Zelândia e o Brasil, o barco Abu Dhabi venceu a quinta etapa da Volvo Ocean Race. O time foi o primeiro a cruzar a linha de chegada em Itajaí às 16h32 deste domingo. Em uma chegada histórica e emocionante — com pouco mais de meia hora entre um barco e outro — os veleiros travaram uma disputa acirrada. O segundo lugar ficou com o Team Mapfre, do brasileiro André Fonseca, que chegou à cidade por volta das 17h. Na sequência, atracaram os barcos Alvimedica e Brunel, que navegavam ainda mais próximos.
— Estou muito feliz de estar em Itajaí. Foi a segunda vez que passei pelo Cabo Horn, só que desta vez foi de dia e pude conhecer o lugar — destacou o comandante do Abu Dhabi, Ian Walker, que cumprimentou e agradeceu o público em português na chegada à Vila da Regata. 

Apesar do tempo instável, os primeiros barcos foram recepcionados por centenas de pessoas que aguardavam ansiosas no molhe e na Vila da Regata — e fizeram festa ao ver os veleiros passarem. A maioria chegou cedo para dar as boas-vindas aos atletas, que encerram a mais longa e difícil etapa da competição depois de mais de três semanas no mar. Durante a tarde, a movimentação de barcos da Marinha também foi intensa. 

quinta etapa teve ciclone na Oceania, gelo nos Mares do Sul, icebergs e a passagem pelo Cabo Horn, onde os oceanos Pacífico e Atlântico se encontram. Além de todos essesdesafios, a proximidade dos quatro primeiros barcos — todos com possibilidade de vitória — fez com que os atletas se esforçassem ainda mais para garantir o pódio na chegada ao Brasil.

Para se ter uma ideia, o Abu Dhabi estava a pouco mais de sete milhas náuticas do segundo colocado, o Mapfre. Na edição de 2012, por exemplo, a equipe Puma venceu a etapa com clara vantagem.

— Chegar aqui é um sonho. Foi muito cansativo, com os barcos muito perto um do outro e cada um tentando puxar a frente. Chegar a Itajaí é uma honra enorme e eu agradeço por esse momento — disse o brasileiro André Fonseca, o Bochecha, que foi muito aplaudido assim que chegou à Vila da Regata.
Corrida continua

Com três velas danificadas, o time feminino SCA tem enfrentado dificuldades para chegar a Itajaí e está a mais de 600 milhas de distância. A última previsão de chegada da equipe divulgada pelo comitê organizador é entre as 21h de segunda-feira e 11h de terça-feira. 

No trajeto para Itajaí, o Dongfeng Race Team foi obrigado a abandonar a perna. Com o mastro quebrado pouco antes de atravessar o Cabo Horn, o time está seguindo para Itajaí a motor, onde vai consertar o mastro para a próxima etapa até Newport, nos Estados Unidos.

Abu Dhabi, que também lidera a competição, abre vantagem de sete pontos na classificação geral. No entanto, ainda não é possível prever um campeão faltando quatro etapas para o final da competição.

Classificação geral da regata até aqui*: 
1º Abu Dhabi Ocean Racing - 9 pontos 
2º Dongfeng Race Team - 16 pontos 
3º Team Brunel - 18 pontos 
4º Mapfre - 18 pontos 
5º Team Alvimedica - 19 pontos 
6º Team SCA - 24 pontos 
7º Team Vestas Wind** - 36 pontos 

3 de abril de 2015

Volvo Ocean Race - Leg 5 - Itajaí


Reprodução: Portal O Sol Diário

chegada dos primeiros veleiros da Volvo Ocean Race em Itajaí está prevista para ocorrer neste domingo. Os quatro barcos na disputa pela quinta etapa, entre Auckland (Nova Zelândia) e o Brasil, devem cruzar a linha muito próximos, o que promete tornar a chegada ao Litoral Norte de SC emocionante.

Team SCA, única equipe feminina da regata, ficou para trás após perder uma das velas do barco. A chegada delas está prevista para ocorrer entre a próxima quarta ou quinta-feira.
Abu Dhabi, Team Alvimedica, MAPFRE e Team Brunel brigam pelo primeiro lugar nas águas do Atlântico. Menos de 100 quilômetros separam o bloco da frente e qualquer alteração de vento mudar o cenário.

- Depois de passar pelo Cabo Horn, nossa equipe tem pouco tempo para reflexão, pois temos que lidar com várias mudanças de vela. Dormimos pouco e as noites são difíceis. Nós estamos fazendo de tudo para maximizar nosso trabalho a bordo até a chegada a Itajaí. Só nos resta uma praia, o calor do povo brasileiro e uma caipirinha - disse Mark Towill, um dos comandantes do Team Alvimedica.
O barco feminino cruzou o Cabo Horn nessa quarta-feira. A holandesa Carolijn Brouwer gravou um vídeo mostrando esse momento histórico para os atletas da vela oceânica. 
- O Cabo Horn ficou para trás. Foi um momento especial depois de muitos dias nos mares do Sul. Finalmente estamos a caminho de Itajaí. A gente já está pertinho - disse.
Sam Davies, comandante do Team SCA, também falou:

- É um alívio ter dobrado o Cabo Horn. Na semana passada, parecia que cada vez estava mais longe. Foi difícil, com quebras e problemas com a eletrônica. Sabíamos que a gente ficaria no frio por mais dias, que iríamos sofrer.

Outro que também vai chegar em Itajaí, mas sem pontuar, será o Dongfeng Race Team. O barco quebrou o mastro na manhã da última segunda-feira e foi obrigado a abandonar a quinta etapa da Volvo Ocean Race. Com a desistência, a equipe soma 8 pontos, prejudicando e muito sua classificação geral.


30 de março de 2015

A imagem - Cabo Horn

Após a quebra do mastro da embarcação da equipe Donfeng nas proximidades do ponto mais austral da América do Sul, cinco equipes ainda continuam na disputa da 5ª etapa da Volvo Ocean Race...

Na imagem acima, a equipe de Abu Dhabi enfrentando a junção dos oceanos Pacífico e Atlântico no Cabo Horn.

Volvo Ocean Race - Leg 5

A organização da Volvo Ocean Race confirmou que a equipe Donfeng teve o mastro quebrado na madrugada desta segunda-feira.

O incidente ocorreu a 240 milhas a oste do temido Cabo Horn, felizmente ninguém foi ferido e mesmo avariada, a embarcação não oferece nenhum risco para a tripulação. Evidentemente a equipe chinesa não competirá mais nesta perna. Neste momento estão rumando para Ushuaia, na Argentina, para avaliar as opções para chegar a Itajaí.

- O mastro quebrou sem aviso prévio, com cerca de 30 nós de vento. Neste momento não somos mais capazes de competir, no entanto, ainda podemos navegar em segurança e sob velocidade razoável até a cidade de Ushuaia, onde avaliaremos nossas condições -  falou o Skipper, Charles Caudrelier

27 de março de 2015

Volvo Ocean Race - Leg 5

Reprodução: Portal O Sol Diário

Cinco dos seis barcos que disputam a quinta etapa da Volvo Ocean Race podem assumir a qualquer momento a liderança nos mares do Sul. O equilíbrio entre as equipes é traduzido nos números informados pela organização nesta quinta-feira. O líder provisório é o chinês Dongfeng com menos de 20 quilômetros para o quinto colocadoAbu Dhabi. Apenas o Team SCA está longe dessa briga. Parece que a chegada emItajaí será emocionante.

— O ambiente a bordo é excelente, mas será ainda melhor quando cruzarmos o Cabo Horn — disse Yann Riou, repórter a bordo do Dongfeng.

Na véspera, a liderança estava com o MAPFRE, que tem o brasileiro André 'Bochecha' Fonseca como integrante. 

— A regata está bastante difícil e gelada. Queremos chegar o mais rápido possível para receber o carinho do público. Os espanhóis estão em terceiro no momento.

A previsão é que os barcos cheguem no Brasil durante a Páscoa. O campeonato é liderado por Abu Dhabi e Dongfeng.
IcebergUm bloco gigante de gelo se desloca na direção dos barcos. O iceberg tem mais de um quilômetro de comprimento e 150 metros de largura, além de ter 25 milhões de toneladas. A organização estabeleceu limites para evitar que um colisão ocorresse. A última vez que um barco da Volvo Ocean Race colidiu com um iceberg foi na edição 2001-02. Foi o News Corporation.
Velejadores encontram Nemo
Com direito à manobras radicais e perigosas nos mares do Sul, a flotilha da Volvo Ocean Race achou o Nemo. Não se trata do desenho animado, mas do ponto de terra mais remoto do planeta, que ficou famoso pela obra Vinte Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne, do ano de 1870. Também conhecido como Polo da Inacessibilidade do Pacífico, o ponto mais distante do planeta só pode ser acessado de barco. O Ponto Nemo é o tipo de lugar, como dizem os velejadores, onde qualquer pequeno problema pode ser grave.

O primeiro a passar por essa marca foi o MAPFRE, que surpreendentemente assumiu a liderança da quinta etapa da Volta ao Mundo, perna entre a Nova Zelândia e o Brasil. O brasileiro André 'Bochecha' Fonseca, que integra o barco espanhol, disse, nesta quarta-feira, que a tripulação sofre bastante com o frio, mas que todos estão acelerando para segurar a ponta.

— Faz muito frio aqui e a gente ainda está no meio do caminho até o Cabo Horn. Ainda falta muita regata, mas estamos felizes por liderar a etapa. Enfrentamos a perna mais difícil, pois pegamos ondas e ventos fortes.

Sobre as manobras arriscadas da véspera, chamadas de jibe chinês, o atleta olímpico contou que a tripulação passou bem pela situação. O barco, que pegava muito vento, ficou bem adernado, com as velas quase coladas na água. Veja as imagens impressionantes.

— Pegamos uma situação fora do controle. É como se um carro capotasse. Conseguimos nos recuperar, consertar as coisas e voltar com força.

22 de março de 2015

Volvo Ocean Race - Leg 5 - Eles estão voltando (3)


Reprodução: Portal O Sol Diário

As dificuldades do percurso entre a Nova Zelândia e o Brasil parecem ter dado ainda mais velocidade aos barcos da Volvo Ocean Race.

Mesmo enfrentando ventos fortes, grandes ondas e até icebergs, a flotinha avança rápido e a data prevista dachegada a Itajaí foi antecipada do dia 7 para 4 de abril. A informação foi divulgada no fim desta sexta-feira.
Nessa última atualização, a equipe Alvimedica aparecia em primeiro lugar na corrida até Itajaí, seguida pelo Team Brunel, da Holanda. O Mapfre, que tem a bordo o brasileiro André Fonseca — o Bochecha —, é o quarto colocado. E a concorrência está grande. Até quinta-feira, eram os holandeses quem lideravam.
Se as posições mudam a cada dia, as dificuldades do percurso se mostram uma constante. Após um começo tumultuado, um enorme iceberg de mais de um quilômetro de extensão forçou a organização a alterar os limites de navegação na quinta etapa do evento.
Já no Oceano Austral e velejando com média de 22 a 26 nós, as equipes precisam respeitar as zonas de proibição para evitar acidentes. O bloco de gelo, porém, estava se movimentando na direção da flotilha, e a organização optou por mover a atual rota limite mais para o Norte.
O bloco de gelo gigante não é a única preocupação. Os growlers - pedaços de gelo que se partem e flutuam semi-submersos na água gelada - também são uma grave ameaça para a regata. Não bastasse isso, as águas por lá estão em temperatura variando de 10 a -2 graus. Então, não cair no mar é vital para as tripulações. A hipotermia pode matar uma pessoa em 15 minutos.
E a previsão, daqui pra frente, não é das melhores. A bordo do veleiro Mapfre, Antonio Cuervas Mons garante que a coisa vai piorar.
— Vão ser cerca de 10 dias complicados, passando frio e muito vento — disse o espanhol.
Classificação geral da regata*:1º Abu Dhabi Ocean Racing - 8 pontos
1º Dongfeng Race Team - 8 pontos
3º Team Brunel - 14 pontos
4º Team Alvimedica - 16 pontos
5º Mapfre - 16 pontos
6º Team SCA - 24 pontos
7º Team Vestas Wind - 36 pontos
*Quem tiver o menor número de pontos vence. Isto porque a pontuação corresponde à ordem de chegada. Quem chega em 1º lugar recebe um ponto e quem chega em 6º, seis.